.. Acerca de…

Memórias de uma juventude perdida, esquecidas no tempo.

“RUMO A FULACUNDA” são imagens de lugares com nome, e muitas estórias vividas.

“RUMO A FULACUNDA” transporta-nos a lugares impessoais, de mil visões e sentidos, consoante quem por eles passou.

“RUMO A FULACUNDA” traz-nos à memória nomes há muito esquecidos.

“RUMO A FULACUNDA” não pretende fazer a história de uma Companhia de Caçadores no “chão” da Guiné nem falar das suas desventuras. Pretende ser apenas um ponto de partida para as lembranças remotas de cada um de nós.

Afinal…
“RUMO A FULACUNDA” foi apenas uma frase dita em pleno baptismo de fogo de uma companhia de “periquitos”, numa escura e húmida mata no Gamol… e nunca mais esquecida.
É também o título de um livro que nos recorda esses momentos.

O Autor

em 1965

“Caído de pára-quedas” em Santa Margarida, em rendição individual, quando o BC 1857 já estava de malas aviadas para a viagem rumo à Guiné e integrado numa das suas companhias – a CC 1420, depressa embarcou no Niassa que se fez ao mar com escala no Funchal.
Por lá conheceu lugares de indescritível beleza, desde as intermináveis bolanhas do Sul às impenetráveis matas do Oio, onde o sal, o sangue, o suor e o lodo se misturavam com cheiros e emoções, com sons e silêncios, com medos e segredos inolvidáveis, mas de difícil descrição.

em 2008

Motivado pelos inúmeros visitantes e seus comentários no “Entre fogo cruzado”, decide mostrar outra parte do seu espólio fotográfico, ciente que nada será demais para lembrar…

e-mail: Henrique Cabral

Setembro 2008

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Contribuidores de fotos:

Anos
em  Google Earth, Panoramio

Afonso  Sousa
ex-Fur Mil Trms, CART 2412 , 1968/70

Albano Costa
ex-1º Cabo – CCaç 4150, Guiné 73/74

Ana Cláudia Carvalho
administradora de http://afric-ana.blogspot.com/

António Marques Lopes

ex-Alf Mil -  CArt 1690 e CCaç 3 -  Guiné 67/68

António Rodrigues
ex-1º Cabo Enf., CC 2587, 3º gr. combate, 1969/71

Carlos Fortunato
ex-Fur Mil – CCaç13, Leões Negros – Guiné 69/71

Carlos Silva
ex-Fur Mil  – Bat Caç 2879 / CCaç 2548

Casa Mendes, Bissau

César Dias
ex-Fur  Mil  – B.C. 2885 – Mansoa 69-71

David Guimarães
ex-Fur Mil  – CArt 2716, BArt 2917 – Guiné 70/72

Fernando Casimiro
administrador de www.didinho.org

Foto Íris, Bissau

Foto Serra, Bissau

Gil André
ex-Alf Mil  – Bat Caç 2879 / C Caç 2548

Humberto Reis
ex-Fur Mil -  CCaç12 – Guiné 69/71

Instituto de Investigação Cientifica Tropical
Arquivo Histórico Ultramarino, http://actd.iict.pt/

João Baptista
CCaç153 -  Guiné 61/63

Joaquim Mexia Alves
Ex-Alf Mil Op Esp/Rangers-Cart3492; Pel Caç Nat52; C Caç15 – 73/74

Joaquim Vaz
ex-Fur Mil  – CC2549 / BC2879

Manuel Lema Santos
ex-1TEN RN 1965/72, Guiné, LFG “Orion” 66/68

Mário Dias
ex-Srg Comando, Brá -  Guiné 63/66

Mário Trindade
ex-Operador Cripto, CMI/Cumeré – Guiné 1971/1973

Miguel Girão de Sousa
cooperante na Guiné-Bissau e administrador de http://bissaucalling.blogspot.com/

Mónica Azevedo
cooperante na Guiné-Bissau e administradora de http://pensaodbertabissau.wordpress.com/

Paulo Bastos
Pel Caç Ind 953

Raul Pica Sinos
BArt 1914, Guiné 67/69

Rui
Galeria pública em http://picasaweb.google.com/filipe4307

Rui Fernandes
autor e administrador de www.adbissau

Rui Silva
ex-Fur Mil – CC816 – Guiné 1965/67

Santos Oliveira
Ex-Srg  Mil  A. Pes./Ranger – Pel. Indep. de Morteiros 912 – 64/66

Sara Cabaço
ex-cooperante na Guiné-Bissau, administradora de http://terracorsaudade.blogspot.com/

Seremot2
em Photobucket

Virgílio Briote
ex-Alf Mil  – CCav489 / BCav490, Cmd Gr Diabólicos – Guiné 65/67

10 Respostas para “.. Acerca de…”

  1. Otávio Sousa Diz:

    Estou emocionado com esta oportunidade de ler opiniões de quem passou pela Guiné e por Fulacunda nosso destino em 1961, integrados na Companhia de Caçadores nº 153.
    Está de parabéns o nosso querido amigo J. M. C. Baptista que criou o sítio com o nome de Fulacunda (http://fulacunda.blogs.sapo.pt/), o qual, só agora recebeu um eco muito importante.
    O tempo passa e muitos camaradas vão partindo para o além. Mas as saudades vão aumentando e com um certo remorso por não termos feito tudo para reencontrar amigos que naqueles 27 meses de isolamento e lutas tiveram, entre outros objectivos, o culto da amizade.
    Vivendo nos Açores, foi difícil fazer contactos, mas graças a estas novas possibilidades tecnológicas, estamos no bom caminho para reencontrar essas velhas amizades.
    O David Bettencourt no Canadá, o Bandarra no Algarve, o Teixeira em Aveiro, o Carranca em Leiria, o Melo na Ericeira, o Otávio Sousa e J. Baptista em S. Miguel – Açores, estão já em campo na procura do Magalhães, algures em Lamego, do Borges em Ceira, do Figueiredo em Lisboa, do Rodrigues na Caparica, todos ex-furriéis milicianos da citada companhia 153.
    Um abraço de reconhecimento por esta oportunidade.
    Otávio Sousa

  2. Octávio Sousa Diz:

    Caro Henrique
    Percorri demoradamente as fotos e respectivas legendas do “Rumo a Fulacunda” ao mesmo tempo que dialogava com o nosso JMCBaptista, iniciador do blog Fulacunda.
    Algumas fotos parecem do nosso tempo. Na Fulacunda 1 está a nossa casa, no enfiamento da porta de armas. A cerca é a do nosso tempo, instalada por nós em 1961, numa primeira fase só com arame farpado.
    A blindagem com chapa foi posterior visto que no nosso tempo mantínhamos um patrulhamento exterior até à pista.
    Uma pequena casa de zinco mais ao lado servia de Secretaria e gabinete do Comandante.
    No monumento da fonte, se não estou em erro, instalamos uma horta com algum êxito na produção de hortaliças.
    A Companhia 153 proveio do RI13, de Vila Real, com cabos e praças daquelas redondezas, alguns com nomes das suas terras, o Vila Amiens, o Chaves etc. Como disse no primeiro escrito, foi uma pena termo-nos separado em Vila Real, terminada a comissão, desejosos todos de partir para as nossas famílias, sem o cuidado de trocar endereços que nestes anos seriam preciosos para nos reencontrarmos. A maioria dos oficiais e sargentos foram mobilizados de outras zonas. No nosso caso e do JMCBaptista estávamos já na disponibilidade e a viver nos Açores.
    O nosso comandante de companhia foi o Capitão, hoje General, José dos Santos Carreto Curto.
    Fomos a única companhia em todo o Sul da Guiné em 1961, com um pelotão em Buba e uma secção em Aldeia Formosa. Tivemos depois um pelotão em Cacine. Estivemos também aquartelados em Cufar numa fábrica de arroz, assim como em Catió, até que tudo se agudizou em termos operacionais. Para Buba chegou uma companhia, a 154, outra para Cacine e por muitas outras localidades foram chegando mais unidades consoante a guerra se intensificava.
    As fotos mostram o quartel de Tite onde se instalou o primeiro Batalhão, o 237, ao qual passamos a pertencer como tropa operacional e por questões de organização.
    Acompanhamos o primeiro ataque a Tite, de Fulacunda sairam reforços nos quais estivemos integrados, visto que o Batalhão, como sede, não estava ainda operacional.
    A nossa companhia 153 acabou por ficar toda junta e em várias missões percorremos todo Sul na busca e destruição das casas de mato que o PAIGC proliferava por tudo quanto eram zonas mais ou menos isoladas.
    Parece que me estou a alongar, se me for permitido voltarei mais tarde com outras recordações e talvez com fotos.
    Um abraço para ti, Henrique, e para todos os restantes camaradas que por aquelas paragens andaram numa missão tão ingrata quanto impossível de obter êxito. É um tema que não quero comentar.
    Um abraço,
    Octávio do Couto Sousa
    Mafra em 1959, Tavira em 1959/60
    Furriel Miliciano em 1960/61
    Sargento Miliciano em 1962/63

  3. Manuel Lema Santos Diz:

    A nobreza do conceito trabalho não me permite estar de acordo contigo e vai ser apenas a História a efectuar comparativos de valor, sem a mão tendenciosa e manipuladora do Homem.

    Sem falar de Lisboa ou Funchal, das localidades que referes, apenas Bissau (base naval) e Bolama, com alguma frequência, tinham cabimento para a LFG “Orion”. Das outras conhecíamos, de algumas, só a fama.

    Mesmo não tendo a Marinha acesso à povoação do Olossato, a região com o mesmo nome representava, a norte e em parte, o sempre temido troço do Cacheu que abarcava desde a Ponta de S. Vicente, curvando e contra curvando na passagem por Canja, Barro, Iador, Ganturé(Bigene), Porto de Côco, Tancroal, Canjaja até Binta.

    Aí, como sabes, na zona do Tancroal, Nhané, Leto, Bantasso com as cambanças do rio Sambuiá, a Marinha passou maus bocados.

    Para nós, o “Niassa” e o “Uíge” significavam repetidas escoltas de protecção às chegadas e partidas de transportes de tropas, entre Bissau e a Ponta Caió.

    Trabalho modesto o teu, porquê? Há ainda tanto por fazer e afinal estás a fazer muito bem a tua parte!

    Envio uma miniatura do Cacheu – Tancroal para documentar, mas espero mais tarde enviar-te algumas fotos.

    Um abraço,
    Manuel Lema Santos
    ex-1TEN RN 1965/72
    Guiné, LFG “Orion” 66/68

  4. “Prezado amigo Cabral!
    Sinto-me feliz por ter tido conhecimento do seu “sítio”. Aqui recuei no tempo e no espaço com recordações, lágrimas e apertos no peito.
    Quem, como nós, que vivemos horas, semanas, meses de verdadeira luta com a ansiedade, com o inesperado do momento seguinte não sente um pequeno amargo de boca ao recordar esses tempos vividos numa juventude roubada e forçada a caminhar numa estrada… que não era nossa, que não conhecíamos.
    Presto-lhe honra porque com o seu esforço, dedicação e empenhamento na criação do seu “sítio” o prezado amigo contribui para o nosso bem estar, isto é, para todos os contemporâneos de uma guerra que a todos nos causou grande dores e aflições.
    Bem haja e até sempre.
    Luís Lucas DaSilva
    Tripulante da LDM-202 (Lancha de Desembarque) Marinha de Guerra-
    Guiné 1968-1970″
    (transcrição, com devida autorização, do email recebido)

  5. Carranço Diz:

    Excelente espólio fotográfico. Cria-me alguma nostalgia rever alguns locais por onde passei. Nostalgia e nada mais.
    Ao ler alguns relatos pessoais (neste e noutros blogs) da vivência na Guiné, às vezes não posso de deixar de sorrir. Há alguma inocência e até um certo romantisto nas suas estórias. Dá-se muito ênfase a pequenas rotinas militares.
    Bem sei que todo o período de guerra na Guiné foi particularmente difícil, mas nota-se que os relatos se alteram de acordo com a especialidade, a(s) zona(s) em que estiveram e principalmente os anos da comissão.
    A guerra da Guiné divide-se em duas fases distintas: o antes e o depois do abate da nossa foça aérea por misseis terra-ar “stella”.
    A partir daí começou a guerra a sério. Nada seria como dantes.
    Sabem o que vos digo camaradas? Sorte a de milhares de militares portugueses ter acontecido o 25 de Abril. Seria a chacina total e a História da Guiné seria escrita de outra maneira.
    Sabiam que os quartéis foram equipados com sirenes de ataque aéreo e que às portas das casernas foram colocadas fotografias de “Migs” soviéticos para a tropa os identificar e correrem a abrigar-se?
    Identificar Migs…parece anedota mas não é. Era o desespero dos nossos generais perante o cenário iminente.
    Havia o caos por toda a Guiné, tropas sublevavam-se e confinavam-se aos quartéis. O PAIGC vangloriava-se que apanhava os “tugas” à mão, só a tropa especial saía para o mato. Bissau tornara-se o local mais perigoso da Guiné. A PM não saía da Amura com medo dos Comandos Africanos, rebentavam granadas nas ruas e cafés. Ouviam-se tiros e explosões durante toda a noite. Guineenses de Bissau assaltavam militares para lhes roubarem a carteira, o relógio e o que mais trouxessem.
    Cadastrados das nossas tropas assaltavam os escritórios da TAP e outros estabelecimentos comerciais, etc, etc…
    Parece ficção ?
    Realidade de finais de `73 a Abril de `74.
    Compreendem porque sorrio com algumas “estórias” que por aqui e por ali vou lendo? São a parte “romântica” da nossa querida Guiné.
    Todos os testemunhos são válidos e contribuem para a História de Portugal.

  6. Carranço Diz:

    Em complemento ao anterior comentário e como adenda ao clima de instabilidade que então se vivia, recordo que numa consulta externa ao Hospital Militar, vi a capela (retratada neste blog) repleta de urnas quase até ao tecto e num equilíbrio precário. Como o espaço era insuficiente havia quase outras tantas cá fora. Não as contei mas seriam muitas dezenas.
    Os generais haviam perdido o pudor (e a coragem) e estavam-se nas tintas para a moral das tropas e dos gentios que viam aquele deprimente espectáculo.
    As urnas simplesmente aguardavam transporte rodoviário para o cais, para aí serem embarcados num navio rumo à metrópole e às suas famílias.
    Uma das coisas que me deixou espantado foi o desembarque de munições durante o dia. O maior aparato eram as grandes bombas para a força aérea e as granadas de obus para o exército.
    Desembarcavam bombas e embarcavam caixões. Tudo em plena luz do dia.
    Até então, estas operações eram muito discretas e sempre realizadas durante a noite.
    É importante que se diga que desde a saída (fuga?) do gen. Spínola, a moral e a disciplina dos seus substitutos ficou mais baixa que umbigo de jacaré anão.
    Aquela Guiné era surreal. Todos mandavam e ninguém obedecia. Uma companhia do exército a fazer o IAO em Bolama, recusava-se a formar e a fazer os exercícios da praxe, porque nas “boas vindas” o comandante de batalhão, lhes disse que companhia que não tivesse pelo menos 30 mortos, não era companhia não era nada.
    Esta insubordinação durou quase uma semana. Para lhe pôr termo foi enviado por avião um grupo dos “Comandos” fortemente armado.

  7. Carranço Diz:

    e mais…
    e foi neste clima de caos que todos os militares inteligentes e com um buraquinho no fim das costas adoptaram o célebre lema do Zé soldado:
    “OU MATO OU MORRO” que decifrado, e como todos sabem, quer dizer que se os turras vierem do morro eu fujo para o mato e se vierem do mato, fujo para o morro.
    As honrosas excepções eram o africano “comando” Marcelino da Mata (o verdadeiro Rambo, o militar mais condecorado do exército português e considerado criminoso de guerra na Guiné) e sua companhia, o Cor. pára-quedista Durão (que como diziam os gentios “Cor. Durão é duro mesmo” , o comandante e 2º comandante dos “Comandos” e claro está a carne para canhão denominada de “Comandos Africanos”.

  8. “Fiz várias escoltas de barco levando géneros para o sul da Guiné (Gadamael Porto e Cacine).
    Estive em Bissau. Só que a cidade estava um caos e não havia água e electricidade e as estradas estavam péssimas para qualquer deslocação e não consegui sair da cidade. Acabei de ir para Bubaque durante uma semana.
    Pertenci ao Pelotão de Morteiros 916 e estive adido ao Batalhão 66 tendo sido fui mobilizado pelo R15.
    O pelotão era independente e por isso fazíamos todo o tipo de serviço, incluindo escoltas nos barcos da companhia Gouveia, levando géneros para os civis e para a tropa. Os barcos eram rebocadores (tipo fragata do Tejo) que pertenciam à Sociedade Ultramarina, Casa Gouveia que pertenciam à CUF. A CUF tinha o monopólio do comércio externo. Não tinham beliches nem casa de banho e dormia-se na coberta.
    A comida era feita com lenha num pote ferro.
    Navegávamos através dos canais com tarrafo e não pelo mar. Só em Cacine é que havia um grande braço do mar.
    O pelotão estava em Bissau, só que as secções estavam destacadas fora de Bissau.
    Eu fui em 1964 incluído com uma secção de morteiros na operação Tridente e depois fiquei destacado na Companhia 557 numa mata
    do Cachil onde posteriormente construímos num quadrado de 100 metros uma paliçada.
    Sobre Fulacunda nunca nos calhou a ser destacados. Mas era sempre um grande perigo devido aos ataques frequentes aos barcos.”

    Manuel Costa
    Pelotão de Morteiros 916 / Companhia 557 / Batalhão 66 – 1964
    (transcrição de email recebido”

  9. José Teixeira da Silva Diz:

    Prezados amigos e companheiros; há quarenta e sete anos, que procuro por toda a parte deste país, notícias da Companhia de Caçadores, n.º 153/59. Em vão procurei encontrar as moradas dos meus companheiros de “rute”, sem resultado. Tendo como base o nome do nosso Comandante de Companhia – capitão José dos Santos Carreto Curto – vi o seu nome há dois anos, integrado no quartel de Santa Margarida, já com a patente militar de Brigadeiro, pensei em contactá-lo mas não o fiz.
    Não sei explicar porquê, mas enfim, a verdade é que não dei um passo para o fazer.
    Depois destes anos todos, em que partimos de Vila Real em direcção ao quartel de Adidos em Lisboa, para posteriormente embarcarmos de avião rumo à Guiné, passou-se realmente muito tempo.
    Aproveito para felicitar o autor deste “blog” e pedir a respectiva autorização para também participar nele.
    Hoje, fico por aqui e deixo o meu nome e número desse tempo:
    José Teixeira da Silva, Soldado n.º 660/59 e moro na Av.ª da Igreja, 2
    em 4 880-231 Mondim de Basto.
    Um abraço.

    J. Teixeira da Silva

  10. A junta de freguesia de Cacia (Aveiro) está a fazer um registo dos ex-combatentes na Guerra Colonial, que sejam naturais ou residentes na Vila de Cacia.
    O JOSÉ FERNANDO LOPES AZEVEDO, fez parte da C.Caç. 1420 Bat. Caç. 1857.
    Solicitava a quem tivesse Crachá ou Guião do referido Batalhão e Companhia, me enviasse uma cópia para colocar no ficheiro do ex-combatente.
    Grato pela atenção
    marfersilva50@gmail.com
    Mário Silva

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