Bissau (I)

Hospital, Igreja e “5ª Rep.”

BissauCais Antigo

Cais do Pigiguiti, tirada em 1960, na baixamar.
(Foto gentilmente cedida por Raul Sousa Machado)

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Aqui ficava a antiga Cervejaria Solmar. (fotografado em 1996).
(foto retirada e adaptada da “Tabanca Grande”, autor Humberto Reis, ex-Fur Mil CCaç12 – Guiné 69/71)

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Vista exterior do ex-Hotel Portugal que conhecemos, mas agora com já com outros nomes (Hotel Kalliste, Casino, Apart Hotel Galeon). (fotografado em 2001)
(foto adaptada do original em http://www.adbissau, autor Rui Fernandes)

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Vista exterior do Museu da Cidade.
(foto adaptada de um postal ilustrado edição Foto Serra – Bissau)

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Vista exterior do Hospital Civil. (fotografado em 2000)
(foto gentilmente cedida por Albano Costa, ex-1º Cabo – CCaç 4150, Guiné 73/74)

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A  Avenida Marginal junto ao cais Pijiguiti vendo-se o Ilhéu do Rei no horizonte.
(foto gentilmente cedida por Virgílio Briote, ex-Alf mil, CCav489 / BCav490; Cmd Gr Diabólicos – Guiné 65/67; original no Blog “Guiné: Ir e Voltar – tantas vidas”)

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Fachada do Grande Hotel. (fotografado em 2007)
(foto gentilmente cedida por Virgílio Briote, ex-Alf mil, CCav489 / BCav490; Cmd Gr Diabólicos – Guiné 65/67; original no Blog “Guiné: Ir e Voltar – tantas vidas”)

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Entrada da Estação dos CTT frente à Catedral. (fotografado em 2001)
(foto gentilmente cedida por Virgílio Briote, ex-Alf mil, CCav489 / BCav490; Cmd Gr Diabólicos – Guiné 65/67; original no Blog “Guiné: Ir e Voltar – tantas vidas”)

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Esplanada do Café Universal. Militares tentando esquecer a guerra ou falando dela…
(foto gentilmente cedida por Virgílio Briote, ex-Alf mil, CCav489 / BCav490; Cmd Gr Diabólicos – Guiné 65/67; original no Blog “Guiné: Ir e Voltar – tantas vidas”)

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Porta de Armas do Quartel de Bra, vendo-se o emblema dos Comandos na haste da bandeira.
(foto gentilmente cedida por Virgílio Briote, ex-Alf mil, CCav489 / BCav490; Cmd Gr Diabólicos – Guiné 65/67; original no Blog “Guiné: Ir e Voltar – tantas vidas”)

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A avenida principal vista do Palácio do Palácio do Governador. Bem lá no fundo o rio.
(foto gentilmente cedida por Virgílio Briote, ex-Alf mil, CCav489 / BCav490; Cmd Gr Diabólicos – Guiné 65/67; original no Blog “Guiné: Ir e Voltar – tantas vidas”)

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Associação Comercial e Industrial, junto ao Palácio do Governador.
(foto gentilmente cedida por Virgílio Briote, ex-Alf mil, CCav489 / BCav490; Cmd Gr Diabólicos – Guiné 65/67; original no Blog “Guiné: Ir e Voltar – tantas vidas”)

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Entrada para o Forte da Amura, de construção setecentista, bem perto da “5ª rep”.
(foto gentilmente cedida por Virgílio Briote, ex-Alf mil, CCav489 / BCav490; Cmd Gr Diabólicos – Guiné 65/67; original no Blog “Guiné: Ir e Voltar – tantas vidas”)

A saída da missa é um “acontecimento” a não perder frente à Catedral.

O espectáculo do Render da Guarda no Palácio do Governador é “ronco” para muitos.

Os problemas de trânsito já perto do cais Pijiguiti. Ao fundo as instalações da Polícia Marítima.

A avenida principal e o seu tráfego rodoviário nas “horas de ponta”.
Num extremo o Palácio do Governador no outro a “5ª Rep.” (o Café Bento) e a meio a Catedral.
O Hospital Militar 241 ficava a caminho do Aeroporto.

A Praça de Portugal com a estátua de Honório Barreto, táxis e tudo, à espera de clientes.
Vista da varanda da Agência de Viagens onde todos os que podiam ir de férias à Metrópole iam tratar da documentação.

Em Santa Luzia ou “O seiscentos”, mais uns quantos à espera de seguir para o mato.

Aspecto do Mercado Central de Bissau. Aqui a “mancarra” parecer estar a ter pouca saída. O mercado de Bandim ficava na estrada a caminho do Aeroporto.

Outro pormenor do Mercado Central. Ali no meio temos só arroz ou será farinha de mandioca?

Entrada de Santa Luzia com duas bandeiras hasteadas

A Marginal com o Ilhéu do Rei no horizonte.

A azáfama no Cais Pijiguiti.

Resta esperar que a maré suba para recomeçar a faina.

O Hospital Militar 241 por onde tantos passaram…e que nos traz das piores recordações.
(foto cortesia de “Guiné Colonial – CC1496”)

Aqui para respeitar o Código é melhor dar prioridade “ao peso pesado” que se dirige para a “5ª rep” lá ao fundo da rua antes do Forte da Amura. O edifício à esquerda com o pináculo era o Museu.

Do alto do depósito de água de Santa Luzia avista-se ao fundo o casario de Bissau e também Ilhéu do Rei.

Na ponte-cais em T, em Bissau, na imagem acima, colhida de bordo do TT Uíge, os últimos militares aguardam a vez de embarcarem sendo visíveis viaturas GMC, Unimog, Willys e até um “carocha” preto, viatura de serviço do Exército característica da época.
Ao fundo, a avenida marginal para o Pijiguiti, o Quartel da Amura, sendo ainda visível no alinhamento do cais ao fundo a estátua de Diogo Gomes. À esquerda da GMC, assoma ainda a cabina de navegação do ferry-boat Bor e, mais atrás, atracadas ao cais, lado a lado, duas LDM’s.

[foto e texto em itálico gentilmente enviados por, Manuel Lema Santos, ex-1TEN RN 1965/72, Guiné, LFG “Orion” 66/68] – foto original colorida em: Ligações – reserva naval.

Vista do TT Uígue “ainda atracado ao cais, com as extremidades de uma LDG e o ferry-boat “Bor” visíveis“.
Nos semblantes dos que ficam, para lá do adeus, adivinha-se a dúvida de para quando a vez de cada um deles. Na mente dos que partem, viaja com cada um a pesada lembrança dos camaradas que, como eles, não tiveram a oportunidade de regressar, ceifados pela emboscada, pela mina, pelo acidente, apenas pela falta de sorte.
[foto e texto em itálico gentilmente enviados por, Manuel Lema Santos, ex-1TEN RN 1965/72, Guiné, LFG “Orion” 66/68] – foto original colorida em: Ligações – reserva naval.

Outra vista do TT Uígue, agora  “já francamente afastado, com o edifício do CDM da Guiné e os armazéns da Alfândega ao fundo.
[foto e texto em itálico gentilmente enviados por, Manuel Lema Santos, ex-1TEN RN 1965/72, Guiné, LFG “Orion” 66/68] – foto original colorida em: Ligações – reserva naval.

20 Respostas to “Bissau (I)”

  1. bernardino alves Says:

    Isto é um boa coisa para recordar os nossos tempos.

  2. João Roseiro Says:

    Não conhecia este “local de encontro” da malta que esteve na Guiné.

    É muito interessante e recordo lugares onde estive mas já não recordava o nome. Adorei!

    Gostava de contactar o Mário Trindade que esteve comigo no Cumeré.
    As fotos estão porreiras, ou não fosses tu um apaixonado da fotografia lá no Cumeré. Sempre de máquina ao ombro.

    Se leres estas linhas responde OK?

  3. Mário Trindade Says:

    E graças a este Blog finalmente encontro um antigo companheiro da Guiné, e outros virão espero.
    Este meu dia de hoje é já um dia diferente.
    Um abraço Roseiro, um Obrigado Henrique

  4. Ana Cláudia Says:

    Quem vê hoje a Marginal sente uma profunda tristeza e desilusão.

    Mas Bissau continua a ter um encanto, talvez inexplicável, que nos faz sentir uma forte ligação àquela terra.

    Boas Festas.
    AC

  5. Procuro operadores cripto que estiveram com meu pai Artur dos Santos Graça na Guiné em 69/71.
    pedro_graca@hotmail.com

  6. Anabela Soares Says:

    Esta será mais uma tentativa de encontrar alguns dos camaradas do meu pai que esteve na Guiné de 71 a 73 num batalhão a que chamavam PELOTÃO DE RECONHECIMENTO – OS FISGAS. Ele aguarda impaciente que esta busca frutifique – não deixem de o contactar: JOAQUIM SOARES, tratado entre vocês por O MARCO. É com saudade e aperto no peito que recorda Bissau, Bafatá, Nova Lamego e vos procura incessantemente.
    Deixo o meu e-mail à vossa disposição: anabela.soares@sapo.pt.

    Obrigado

  7. José Inácio Says:

    Olá a todos quantos passaram por esta terra!!!
    É com um misto de pena e saudade que revejo estas fotos de locais que, ao longo de dois anos pisei muitas vezes. Gostaria de, aproveitando esta oportunidade, poder contactar os camaradas que estiveram no CMI Cumeré entre 72 e 74. Por feliz sorte e através desta enorme máquina de comunicação que é o vosso Blog já contacto com o Mário Trindade. Já não sabia notícias dele deste 73.
    Obrigado mais uma vez por esta vossa iniciativa. É um potente elo de ligação com toda a Família que ao longo dos anos passou pela Guiné
    Deixo o meu e-mail à disposição: j.inacio@sapo.pt

  8. Olá a todos. Com algum receio me intrometo no meio de tanta gente que viu a Guiné nos seus tempos “mais belos”.
    Devido à minha pouca idade, apenas há pouco tempo tive a oportunidade de conhecer este país, do qual os Portugueses têm tão pouco conhecimento.
    Infelizmente, as minhas recordações são de um país muito diferente daquele que muitos de vós conheceram. Buracos, lixo e degradação são comuns nas ruas de Norte a Sul, mas a beleza permanece, ainda que muito escondida.
    É na verdade um local mágico, do qual guardo muitas saudades.
    Até breve.

  9. José Gonçalves de Sousa Says:

    Estas imagens são-me bastante familiares, uma vez que estive na Guiné, na Companhia Cav. 1483, entre os anos de 1965-1967, em Bula – São Domingos Susana e Varela. Estive recentemente em Bissau em férias e os pedidos que me faziam eram ( Leva-me para a Metropole)…
    Um abraço para todos os ex. combatentes .

  10. Jose Gonçalves de Sousa Says:

    Gostaria ainda de dizer que as estátuas emblemáticas da cidade de Bissau foram removidas, destruídas parcialmente e arrecadadas na fortaleza de Cacheu, aquando da descolonização, o que me entristeceu bastante. O mais curioso é que no exterior desta, existia uma lápide referindo uma visita do Sr. Primeiro Ministro de Portugal. Saudações amistosas deste ex-combatente.

  11. João Pereira Says:

    Numa visita ao vosso site, reparei que tinham muitas recordações sobre a
    Guiné. Deve estar a estranhar, ser tão novo e já estar interessado nas
    histórias do ultramar, mas o meu interesse também é dar um pouco de
    lembranças ao meu pai, que tanto me fala da Guiné. Andamos os dois na
    internet a tentar descobrir mais um pouco, dos colegas, das fotos, e
    encontramos o vosso site, acontece que como têm tanta informação, é
    difícil encontrar aquilo que desejamos.
    O meu pai chama-se Vitorino Dores Pereira, era 1º cabo – enfermeiro, e
    esteve a trabalhar no Hospital militar da Guiné-Bissau (bloco operatório),
    entre 1965-1967.
    Se nos puder ajudar, seria muito gratificante, e agradável o meu pai rever o que passou, encontrar colegas, e falar de tudo quer coisas boas quer coisas más.

    Cumprimentos e aguardarei um mail seu.
    João Rodrigo Pereira

  12. fernando valentim Says:

    Que de recordações ao consultar o vosso site, eu que passei 2 anos em Bissau no HM241. Na foto está a Renauld 4L do Dr.Vilaça Ramos, radiologista de 66/68. Um abraço a todos e gostava de encontrar pessoal que serviu no Hospital naquele período.

  13. Luis Bras Says:

    Que saudades ao ver estas fotos da Guine Bissau! Pois eu estive la entre os anos de 1965/1967. Estive em Bissau, Bolama, Empada, Fulacunda e Caxil.

  14. Hélio Pessoa Says:

    O meu sentimento, ao ver estas imagens me dão saudade, e arrepios de pensar quanto sofri, em Buba, Aldeia Formosa e Mampatá, de 12 de Maio de 1969 a 16 de Março de 1971. não é fácil pensar, quanto eu desejo pisar aqueles campos.
    Ao mesmo tempo a saudade de tantos que ali perderam a vida.

  15. Recordações estremamente importantes para mim. No Hospital principal foi onde nasceu aminha única filha, em Setembro de 1970. Estava eu trabalhar no Pelicano. Quando recebi a notícia, arrnquei com o meu “bólide” Opel record 1900. Entrei na maternidade – no lado de trás do edifico principal. Ale, dizem-me que a “bébé” precisva de algo da farmácia. Disparei…dali pra fora e, o porteiro abriu uma das partes do portão de ferro primeiro, dirigindo-se para abrir a outra parte. Os nervos eram tantos que arranquei com o0 carro arrancando quase por completo a 1ª parte do portão. Que bom o porteiro não estar ali, senão secalhar também ia na frente. Aqui, confirma-se que “os homens” não servem para dar á luz!

    NO Grande Hotel, fui onde trabalhei e ganhei algum $$$$ mesmo durante o serviço militar. Depois de ter trabalhado no Solmar – solteiro ainda – voltei para o Grande Hotel Foi ali que conheci o MOMO TURÉ. CIneci aquilo tudo, incluindo o Café Universal, do outro lado em fente ao café-Hotel Portugal no centor de Bissau.

    O Mercado central, junto á Solmar, tanta vez que lá fui á carne e ao peixe. O Museu, os Correios…Ainda hoje tenho comigo uma caderneta dos correios com alguim dinheiro lá depositado! É uma relíquia. Que pena não haver fotos do Pelicano!!! Acreditem os camaradas que, naquela ocasião, nem tla coisa me passava pela cabeça. Ou então, era a “p.d.v.” que não me permetia esse luxo! Será que, entre todos, não haverá algumas fotos. Gostava de ver! Só tenho uma enviada pelo Carlos Silva. Tenho outra do Ninho que, tyal como estas, foi o Zé BOnd. Ah Grande ZÉ Bond. Obrigado Um abraço. Ma´rio

  16. João Ramos Says:

    Gostei imenso de toda esta informação aqui contida que revela, para além de excelente memória, registos históricos úteis e uma boa capacidade de pesquisa.Sinto tudo isto, como vocês, naturalmente, porque estive ali de 12/65 a 11/67, primeiro no Hospital Militar 241, em Bissau, depois no Batalhão de Caçadores 1857-CCS, em Mansoa, deslocado depois para Mansabá e, por fim, regressei a Bissau, onde terminei a minha comissão no Quartel General.Talvez regresse aqui, oportunamente, para deixar um contributo mais participativo, para o que vou procurar nas minhas Memo’s. Agradecimento especial ao administrador do Blog e um grande abraço para todos os intervenientes.João Ramos-Furriel Miliciano.

  17. João Pereira Says:

    Numa visita ao vosso site, reparei que tinham muitas recordações sobre a Guiné. Deve estar a estranhar, ser tão novo e já estar interessado nas histórias do ultramar, mas o meu interesse também é dar um pouco de lembranças ao meu pai, que tanto me fala da Guiné. Andamos os dois na internet a tentar descobrir mais um pouco, dos colegas, das fotos, e encontramos o vosso site, acontece que como têm tanta informação, é difícil encontrar aquilo que desejamos. O meu pai chama-se Vitorino Dores Pereira, era 1º cabo – enfermeiro, e esteve a trabalhar no Hospital militar da Guiné-Bissau (bloco operatório), entre 1965-1967. Se nos puder ajudar, seria muito gratificante, e agradável o meu pai rever o que passou, encontrar colegas, e falar de tudo quer coisas boas quer coisas más. Cumprimentos e aguardarei um mail seu. João Rodrigo Pereira

  18. procuro ex-combatentes da Guiné, que me possam dar algumas informações acerca do quartel de Buba-aldeia formosa, nos anos 1966/67, onde o meu pai esteve, bem como das picadas dessa zona. alguém sabe como posso conseguir uma planta do quartel de Buba nesse tempo? estou a tentar escrever um livro sobre esse tempo e não há muitos dados sobre a tropa-macaca, tudo o que se escreve é sobre tropas especiais! carlosrui37@hotmail.com

  19. Estevão Manuel da Costa Pinto Says:

    Meu marido,chama-se Estevão Manuel da Costa Pinto,(Coronel Costa Pinto.)Ele esteve na Guiné Bissau em 73/74.Era na época major comandante do batalhão de serviços e materiais.Viveu muitos anos fora de Portugal,mas agora estando aqui,gostaria imenso de encontrar pessoas daquela época.Agradeço aqueles que o conheceram e contatarem!Obrigado.

  20. fernando valentim Says:

    Fernando Valentim
    João Pereira, estive tambem na mesma altura que teu pai em serviço do hospital militar de bissau,serviço de radiologia, que deixei em agosto/66.Encontrei em Setembro o João barros que esteve com o teu pai no bloco operatorio, se o quiseres encontrar dà-me o teu contacto, farei o necessario.

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