Bissau (II)

Hospital, Igreja e “5ª Rep.”

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Na esplanada do Café Império, vendo-se ao longe o Palácio do Governador. Notar que os militares fardados ainda usam a farda de caqui creme.
(foto gentilmente cedida por  João Baptista, CCaç153, Guiné 51/53)

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Vista das traseiras e jardins do antigo Palácio do Governador, agora abandonado. (fotografado em 2000)
(foto cortesia de Anos, original em http://www.panoramio.com)

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Praça do Império com o monumento “Ao Esforço Da Raça”.
(imagem adaptada de um Postal Ilustrado Ed. Foto Serra – Bissau)

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Largo com a estátua de Nuno Tristão.
(imagem adaptada de um Postal Ilustrado Ed. Foto Serra – Bissau)

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Na marginal, o monumento aos navegadores, onde se lê: “1460-1960”, “Por Mares Nunca Dantes Navegados”.
(imagem adaptada de um Postal Ilustrado Ed. Foto Serra – Bissau)

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A estátua de Diogo Cão e o edifício das Alfândegas frente ao cais Pijiguiti.
(imagem adaptada de um Postal Ilustrado Ed. Foto Serra – Bissau)

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A Av. da República vendo-se ao fundo o Palácio do Governador.
(imagem adaptada de um Postal Ilustrado Ed. Foto Serra – Bissau)

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O aeroporto de Bissalanca (Craveiro Lopes).
(imagem adaptada de um Postal Ilustrado Ed. Foto Serra – Bissau)

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Vista aérea do cais Pijiguiti.
(imagem adaptada de um Postal Ilustrado Ed. Foto Serra – Bissau)

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Vista aérea da cidade de Bissau.
(imagem adaptada de um Postal Ilustrado Ed. Foto Serra – Bissau)

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Pormenor da Avenida Marginal com o cais Pijiguiti ao fundo.
(imagem adaptada de um Postal Ilustrado Ed. Foto Serra – Bissau)

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Largo com a estátua de Diogo Cão, o cais Pijiguiti e o ilhéu do Rei no horizonte.
(imagem adaptada de um Postal Ilustrado Ed. Foto Serra – Bissau)

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Neste prédio agora em ruínas comiam-se as saborosas ostras! (fotografado em 2001)
(foto gentilmente cedida por David Guimarães, ex-Fur Mil, CArt 2716, BArt 2917, Guiné 70/72; retirada e adaptada de http://www.ensp.unl.pt/luis.graca/guine_guerracolonial4_cidades.html)

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Quem se recorda  da entrada para o Pelicano na Rua de cima, Pintosinho e Paufik Saado? (fotografado em 1995)
[foto gentilmente cedida por Carlos Silva, ex-Fur Mil  – Bat Caç 2879 / CCaç 2548]

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Entrada para o Mercado Central da cidade, mantendo-se a placa original. (fotografado em 2001)
(foto gentilmente cedida por David Guimarães, ex-Fur Mil, CArt 2716, BArt 2917, Guiné 70/72; retirada e adaptada de http://www.ensp.unl.pt/luis.graca/guine_guerracolonial4_cidades.html)

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Jardins no exterior do Q.G. (fotografado em 2001)
(foto gentilmente cedida por David Guimarães, ex-Fur Mil, CArt 2716, BArt 2917, Guiné 70/72; retirada e adaptada de http://www.ensp.unl.pt/luis.graca/guine_guerracolonial4_cidades.html)

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O mercado de Bandim à beira da estrada para o aeroporto. (fotografado em 2001)
(foto gentilmente cedida por David Guimarães, ex-Fur Mil, CArt 2716, BArt 2917, Guiné 70/72; retirada e adaptada de http://www.ensp.unl.pt/luis.graca/guine_guerracolonial4_cidades.html)

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O largo junto ao Forte da Amura do qual se vê parte da muralha. Do lado esquerdo ficava o Café Bento. (fotografado em 2001)
(foto gentilmente cedida por David Guimarães, ex-Fur Mil, CArt 2716, BArt 2917, Guiné 70/72; retirada e adaptada de http://www.ensp.unl.pt/luis.graca/guine_guerracolonial4_cidades.html)

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Pormenor das muralhas do Forte da Amura com os canhões antigos a espreitar. [fotografado em 1998]
(foto gentilmente cedida por A. Marques Lopes, ex-Alf Mil, CArt 1690 e CCaç 3 – Guiné 67/68; retirada e adaptada de http://www.ensp.unl.pt/luis.graca/guine_guerracolonial4_cidades.html)
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Entrada principal do Grande Hotel.
(foto recente gentilmente cedida por Fernando Casimiro, retirada e adaptada de http://www.didinho.org)

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Local da messe de oficiais no Q.G. em Santa Luzía.
(foto recente retirada e adaptada de http://www.adbissau.org)

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O edifício dos Correios visto do alto das torres da Catedral. (fotografado nos anos 50)
(foto gentilmente cedida por Mário Dias, ex-Srg Comando, Brá – Guiné 63/66)

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Vista panorâmica sobre a cidade do cimo das torres da Catedral.  Ao fundo percebe-se o perfil bem característico do Forte da Amura. (fotografado nos anos 50)
(foto gentilmente cedida por Mário Dias, ex-Srg Comando, Brá – Guiné 63/66)

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A rua do “Pintosinho” e onde se gastava o “patacão”. (fotografado nos anos 50)
(foto gentilmente cedida por Mário Dias, ex-Srg Comando, Brá – Guiné 63/66)

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Fachada do Liceu Honório Barreto.
[foto gentilmente cedida por Carlos Silva, ex-Fur Mil  – Bat Caç 2879 / CCaç 2548]

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Local bem perto da “5ª rep”.
(foto gentilmente enviada por Mário Trindade, ex-Operador Cripto, CMI/Cumeré-Guiné 1971/1973)

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Porta de Armas dos Comandos.
(foto gentilmente enviada por Mário Trindade, ex-Operador Cripto, CMI/Cumeré-Guiné 1971/1973)

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Porta de Armas nos Adidos.
(foto gentilmente enviada por Mário Trindade, ex-Operador Cripto, CMI/Cumeré-Guiné 1971/1973)

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Parte da fachada do Cine UDIB.
(foto gentilmente enviada por Mário Trindade, ex-Operador Cripto, CMI/Cumeré-Guiné 1971/1973)

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Aspecto de uma rua onde se vê parcialmente encoberto à esquerda o Palácio da Justiça.
(foto gentilmente enviada por Mário Trindade, ex-Operador Cripto, CMI/Cumeré-Guiné 1971/1973)

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11 Respostas to “Bissau (II)”

  1. César Dias Says:

    Henrique, estas fotos ficam para a História.
    Como fui duas ou três vazes a Bissau, pensava que conhecia a cidade.
    Afinal havia muito mais que a “Quinta Rep” o “Pintosinho” e o” Hospital”, até era uma cidade bonita segundo estas fotos.
    Bem hajas por nos trazeres estas recordações

  2. Ana Maria Sousa Says:

    Gostei muito de ver as fotos e lembro-me de alguns edifícios e ruas.
    À época era uma adolescente e frequentava o Liceu, julgo ter sido por volta de 1960.
    A minha Mãe era professora de Português e Francês na Escola Industrial, Maria Alice Saraiva da Silva.
    Lembro-me da família Taveira que vivia no centro de Bissau, tinha dois filhos, um deles era o Antero Taveira.
    Se alguém tiver fotos ou recordações desse tempo gostava muito de partilhar.
    Perdi o contacto com toda a gente desse tempo.
    Um abraço e parabéns por esta iniciativa.
    Ana Maria Sousa

  3. João Luís Taveira Says:

    D. Ana Maria Sousa,

    Este site foi-me indicado por uma pessoa amiga por referenciar o nome da minha família e Bissau…
    Sou sobrinho do Antero Taveira, filho do António. A família radicou-se na zona do Porto (arredores concelho de Gondomar).
    Já informei o meu pai e a minha avó Beatriz Taveira da sua mensagem, poderá contactar-me para que possa transmitir esse contacto a eles pelo e-mail jltaveira@iol.pt .

    Cumprimentos,

    João Luís Taveira

  4. Fabrício Marcelino Says:

    Tive o grato prazer de visitar o vosso site e, foi com grande alegria que revi, em fotos, os diversos locais de Bissau. Fui Especialista da Força Aérea e estive na Guiné em 1962/63, na linha da frente dos aviões F-86F. Nas fotos expostas revi com saudade: a Avenida da Liberdade onde estava hospedado, o café Império onde nas poucas horas de ócio ia tomar um refresco. A Base, na altura Aeródromo Base 2 e só posteriormente Base Aérea 12, entre outros locais de saudade a esta distância na nossa vida.
    Por tal motivo, fico muito grato pela bela exposição de fotos, que decerto não me encantaram só a mim. Para todos os ex-militares dos 3 ramos das Forças Armadas, independentemente do posto, o meu abraço.
    Fabrício Marcelino

  5. Joao Henriques Says:

    Pois meus amigos,também eu gostei das fotos, com o café Império, do Sr. Faria que é da minha terra , (Alcanena), do Grande Hotel, que na minha primeira visita a Bissau me fui encontrar com um amigo furriel do exército, cinema UDIB e nessa altura, 1974 o Lemos que jogou no F.C.P, também jogava no UDIB. Como eu era especialista M/Radio, fazia o trajecto da BA.12 para Bissau, por isso conhecia o caminho. No Pelicano ia comer o bitoque. Obrigado pelas fotos e um abraço.

  6. Gostei de ver e voltarei a ver mais. Vi uma foto do Pelicano e, para que saibam, fui eu que abriu aquilo a 14 de Novembro de 1969. Terminei aminha comissãoem Dez,1968 e fiquei a trabalhar na Solmar. Depois fui para o Grande Hotel, dono do Peliciano. Então fui como emcaregadp a inaugurar aquilo. Era enorme, como devem sabel, os que por lá passaram. Mais tarde em 1972, abri o Ninho De Santa Luzia, junto ao QG. Aqui, até agora, não vi nenum foto. Haverá alguém que tenha?

  7. Fernando Valentim Says:

    Tambem eu gostei imenso de ver estas fotografias, ruas de Bissau onde nos fins de semana se passeava até a uma cadeira dum café para o prato de amendoins e a cerveja.Prestei serviço no HM 241 de 66 a 68, no serviço de radiologia, ruas e quarteis que se vêem com uma certa saudade.Voltarei a consultar para encontrar pessoal desse tempo.

  8. Raul Machado Says:

    Aparecem aqui várias fotos da ponte-cais de Bissau, identificada como “Pijiguiti”. Ora, o cais do Pigiguiti ficava mais a poente, era mais curto e só servia as pequenas embarcações de cabotagem local. Foi neste cais que, em 1960, uma greve foi violentamente reprimida pela PIDE, naquilo que ficou conhecido como o “massacre do Pigiguiti”. Se estiverem interessados, tenho algumas fotos deste cais e da ponte-cais.

  9. Sempre emociante, para quem lá viveu quase 15 anos…e terra onde nasceu a minha unica filha, a 6 de setembro de 1970.

  10. Presados camaradas! Revi todas as fotos e li alguns comentários, tendo um deles sido referente ao cais do Pidgiguiti. Ora, pelas fotos, deduzo que a “aparente” duvida levantada pelo camarada Raul Machado, deve estar na referência ao Pidgiguiti ao fundo – o que me parece também não ser o caso, porque de facto, o Pidguiti ficava (e fica) mesmo ao fundo da Avenida principal.

    Na mesma foto, nota-se á direita /(encoberto) o que penso ser realmente parte do Pidgiguiti, com o outro cais e parte do Ilhéu do rei ao fundo. Creio que será assim porque, a foto deve ter sido tirada de costas para o lado do qualtel dos fuzieliros, porque a marginal – tal como se vê – teria que ficar na direcção do porto.

    Não estou a ver aquele troço da marginal, á direita do Pidgiguiti, para o lado dos fuzileiros. Ali, existiam já casas, a começar pelas oficinas Navais.

    Entretanto, mais uma vez vi a foto do Pelicano (que pena tenho não ter tirado algumas enquanto lá trabalhei!!! – de 14 de Novembro de 1969 a meados do verão de 72, ocaisão em que decidi saír e abrir o Ninho de santa Luzia, depois da Casa Santos, perto do QG).

    Aquilo era realmente muito bonito. Ali trabalhou o tal MOMO TURÉ, acusado de comspirador na morte de Amilcar Cabral. Na vés pera dele desaparecer (não apareceu ao trablho) estive na casa dele no Pilão (com toda a minha família) numa festa que ele deu, dizendo que fazia anos. Talvez!!!?…mas enganou-me bem. Eram amigos e, por isso, no outro dia, tive a visita de “3 pastorinhos” da Pide a fazerem-me perguntas sobre ele! Longa história!!!

    Abraço a todos!!!

    PS – Entretanto, convido a visitarem os meus blogues. http://teclafunhos.bloguespot.comhttp://lusolink.blogspot.com – “catotacrioula.blogspot.com” – bloquedotito.blogspot.com”

    Em todos estes vou colocar um link para este blogue, de modo as pessoas poderem tomar conhecimento do que se publica aqui. Espero que estejam de acordo. SE houver algo em contrário, agradeço me informem.

  11. Raul Sousa Machado Says:

    É fácil distinguir o cais do Pigiguiti da ponte-cais de Bissau: esta última tinha a forma de um “T”, enquanto aquele era um simples rectângulo entrando pelo rio adentro. Por outro lado, a área da ponte-cais era muito superior à ocupada pelo Pigiguiti; neste, as embarcações de cabotagem que lá atracavam ficavam assentes no lodo na baixamar, o que não acontecia aos navios atracados na ponte-cais. Obviamente, estou a referir-me o que acontecia em 1959/61; depois disso nada sei, já que saí da Guiné em 61.

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