Fulacunda

Saída da Pista – Entrada em Fulacunda (feito pelos B.N.)
Foto gentilmente enviada por: Augusto Inácio Ferreira, Op. Cripto, BCav 2867/CCav 2482 – Boinas Negras, 69/71.

Memorial à entrada do Quartel (por militares que morreram em combate).
Foto gentilmente enviada por: Augusto Inácio Ferreira, Op. Cripto, BCav 2867/CCav 2482 – Boinas Negras, 69/71.

Messe Sargentos e Oficiais (esq.). Comando (dir.) ao fundo a TORRE de vigilância (feita pelos B.N.)
Foto gentilmente enviada por: Augusto Inácio Ferreira, Op. Cripto, BCav 2867/CCav 2482 – Boinas Negras, 69/71.

Pavilhão (Caserna e Arrecadação de mantimentos). A árvore foi deitada abaixo, porque era um alvo visto de longe por ser muito alta.
Foto gentilmente enviada por: Augusto Inácio Ferreira, Op. Cripto, BCav 2867/CCav 2482 – Boinas Negras, 69/71.

O chafariz feito pelos BN.
Foto gentilmente enviada por: Augusto Inácio Ferreira, Op. Cripto, BCav 2867/CCav 2482 – Boinas Negras, 69/71.

Na torre de uma LDM enquanto aguarda a maré para zarpar do porto.
Foto gentilmente enviada por: Augusto Inácio Ferreira, Op. Cripto, BCav 2867/CCav 2482 – Boinas Negras, 69/71.

“gibóia” na companhia de uns amigos que a esfolaram e a exibem como troféu.
Foto gentilmente enviada por: Augusto Inácio Ferreira, Op. Cripto, BCav 2867/CCav 2482 – Boinas Negras, 69/71.

fulacunda_administracao

Na placa afixada na parede pode ler-se, “Administração de Fulacunda”. Notar o traje do “antes da guerra”. (fotografado circa 1960)
(adaptação de foto, cortesia do Instituto de Investigação Cientifica Tropical, Arquivo Histórico Ultramarino, http://actd.iict.pt/)

fulacunda22_1961_tabanca

Aspecto geral da “tabanca”.
(foto gentilmente cedida por  João Baptista, CCaç153, Guiné 61/63)

fulacunda21_1961_bandeira

O hastear da Bandeira Nacional. Notar o uso do capacete tipo colonial.
(foto gentilmente cedida por  João Baptista, CCaç153, Guiné 61/63)

fulacunda20_1961_regulo

Cerimónia de homenagem ao Régulo. Notar que ainda se usavam os capacetes.
(foto gentilmente cedida por  João Baptista, CCaç153, Guiné 61/63)

fulacunda19_1961_administracao

Um grupo de militares tendo ao fundo o edifício da Administração. Notar que ainda não usavam camuflado.
(foto gentilmente cedida por  João Baptista, CCaç153, Guiné 61/63)

“Porta de Armas” vista de fora do Quartel.

Sinalização de uma fonte a uns poucos quilómetros na estrada para Buba.
Onde se pode dificilmente ler:
“Fonte – da – Gmansa”
“26 – 11”
“1946”
“V Centenário”

“Moranças” de quem tem “patacão”, no interior do aldeamento.

“Moranças” de quem não tem “patacão”, junto à estrada que vem do porto.

A prisão. “Morança” do preso no limite do arame farpado.

“A breda”. Posto de sentinela à pista de aviação e onde permanecia uma Secção.

No porto, aproveitando a subida da maré, uma LDM atascada é rebocada por outra.

No porto um barco de cabotagem chegou. Depois da segurança montada um pequeno bote faz o transbordo de pessoas e mercadorias. A altura é aproveitada para umas banhocas.

Monumento com mastro para a bandeira, onde apenas se consegue ver uma Cruz de Cristo.
Por cima está escrito: “Descoberta”
Por baixo: “Ocupação”

Vista geral com a porta de armas à esquerda e a bandeira no centro.
(foto gentilmente enviada por, Carlos Silva, ex-Fur Mil Bat Caç 2879 / CCaç 2548; originária de Paulo Bastos, Pel Caç  Ind 953)

Em primeiro plano a torre abrigo e ao fundo o depósito de água.
(foto gentilmente enviada por, Carlos Silva, ex-Fur Mil Bat Caç 2879 / CCaç 2548; originária de Paulo Bastos, Pel Caç  Ind 953)

Zona das várias casernas.
(foto gentilmente enviada por, Carlos Silva, ex-Fur Mil Bat Caç 2879 / CCaç 2548; originária de Paulo Bastos, Pel Caç  Ind 953)

Visão fantasmagórica de uma aproximação “à nossa casa”.
(foto gentilmente enviada por, Carlos Silva, ex-Fur Mil Bat Caç 2879 / CCaç 2548; originária de Paulo Bastos, Pel Caç  Ind 953)

A porta de armas vista do interior com a guarita do sentinela à esquerda.

O interior do aquartelamento em dia de grande temporal.

Vista geral do exterior do lado da porta de armas, ao fundo.

Travessia num bote pneumático da Marinha com o “porto” ao fundo.

A duplamente perigosa travessia quando ainda não tinha acontecido a tragédia do desastre de Cheche, no Rio Corubal, na retirada de Madina do Boé.

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52 Respostas to “Fulacunda”

  1. correia nunes Says:

    Camarada, mais uma vez nos brindas com fotos que me relembram, os dois anos e um dia que passei na Guiné, tenho de aprender a dominar bem a máquina para criar um sítio onde expor as fotos que fiz, Bissau, Porto-Gole, Bolama, Bissum-Naga, Enxalé, Ponta do Inglês, a minha arma era Engenharia. Obrigado, um Abraço do Camarada Correia Nunes

  2. Luís Lucas DaSilva Says:

    Prezado amigo!
    Como tripulante de uma Lancha de Desembarque (LDM202) no período de 1968-1970, na Guiné, tivemos por força das circunstâncias de transportar e de participar em inúmeras acções que envolviam militares do Exército entre outras forças no terreno.
    O que lhe posso dizer, prezado amigo, é que vi no rosto de muitos o sofrimento da angústia, da ansiedade, do medo e do momento inesperado seguinte.
    A nossa situação como marinheiros não era melhor, mas o que eu vi através dos outros, isto é, as expressões de ansiedade, de angústia, do cansaço estampado no rosto de cada um revelava sofrimento, muito sofrimento, que jamais esquecerei.
    Tenho um enorme respeito e admiração por todos aqueles meus contemporâneos nessa guerra terrível que, ainda hoje, têm traumas e sofrem no silêncio das palavras e das atitudes incompreendidas.
    Bem haja pelo seu “sítio”.
    Com admiração,
    Luís Lucas DaSilva
    luislucasdasilvatgmail.com

  3. Manuel Encarnação, (Zuca) Says:

    Até a mágoa trás saudade, e esta bateu forte.
    Um enorme abraço especialmente a todos os Capicuas de Fulacunda 70/72 e a todos que sobrevivem com melhores ou piores lembranças.
    (BC2927, CC2772, Fulacunda, Set70 a Set72)

  4. Fernando Baptista Says:

    Também sou um Capicua, pertenci a CART 2772 FULACUNDA em Set.70 a Set.72. Estava colocado na Secretaria da Companhia junto com o Sargento Marcelino e o 1º Cabo Basílio.
    Foram maus mas também muito bons os tempos que passei com todos os meus companheiros. Gostaria muito de ter alguns contactos com ex-camaradas meus, pois perdi por completo o rasto. Se não estou errado este Manuel Encarnação (Zuca) era o nosso enfermeiro se não estou em erro.
    Um grande abraço as todos os Capicuas e aguardo ansiosamente o contacto de todos os que me quiserem contactar. UM ENORME ABRAÇO E BEM HAJAM A TODOS.

  5. Américo Castro Says:

    Sou o cabo clarim, o Castro, pertenci à companhia 2772.
    Quero informar ao Fernando Baptista que tenho o contacto actualizado de 100 capicuas, tendo já sido organizados alguns convívios entre os capicuas do CART 2772 Fulacunda.
    Se não tiver o meu contacto aqui vai:
    914041530 / 227641991
    Rodrigues_ajc@hotmail.com
    Um grande abraço a todos os capicuas e até uma próxima. Fico esperando noticias.

  6. António Martins Diz: Says:

    Sou o cabo Martins, atirador de dilagramas, pertencia ao abrigo da pista dois. Envio um abraço a todos os capicuas da CART 2772.
    Aqui deixo o meu contacto: 962369613/218594476 rapel.lda@hotmail.com
    Fico esperando noticias de algum capicua.

  7. Jose Sales Says:

    Camarada por incrível que pareça eu depois de ter estado em Gadamael
    naquele inferno, saí de lá em fins de Junho de 73 .
    Rumei a Tite estive no destacamento de Bissassema, e estivemos a reabrir a estrada Tite – Nova Sintra, que pertencia ao Distrito de Fulacunda.

    um Abraço

  8. Manuel Encarnacao Says:

    Malta, da vez anterior não deixei o meu contacto, e aproveito para esclarecer que sou sim senhor, o enfermeiro (zuca), o gajo maluco, mas mas menos que o Martins, o outro enfermeiro.

    Mandem noticias, contactos, fotos, etc.

    Mais um grande abraço para a malta toda.

  9. José Teixeira da Silva Says:

    Meu caro “João Batista”, meu querido ex.Furriel Miliciano dos anos sessenta em Fulacunda, quero aproveitar esta quadra, para lhe endereçar os meus cumprimentos de “Boas – Festas “, e fazer votos para que no seio da sua família, tenha um Santo Natal, nessa terra maravilhosa dos Açores. Desejar também, que o novo ano, traga tudo bom para si e para todos os nossos camaradas, que há 48 anos, estiveram connosco na Guiné-Bissau.

    Um abraço do Soldado Condutor Auto, n.º 660/59
    José Teixeira da Silva

  10. A.David Bettencourt Says:

    Meu caro Camarada José Teixeira da Silva:
    A sua Mensagem para o nosso comum amigo Baptista comoveu-me.
    Infelizmente tenho a comunicar-lhe que o nosso amigo já não se encontra entre nós. Em Junho de 2009 fui especialmente a sua casa , Ponta Delgada, para lhe dar o último abraço e comigo estava o ex-furriel miliciano Octávio Couto de Sousa.
    Tenho alguns contactos de outros Furriéis e gostaria de encontrar mais pessoal da CC 153. O meu email é « adbettencourt@gmail.com » e teria imenso prazer em nos mantermos em contacto.
    .
    Um abraço do ex-Furriel Milº
    Bettencourt
    (Vagomestre)

  11. orlando rosa Says:

    Fiz parte da C.Caç. 1567, estivemos em Fulacunda, ver estas fotografias é recordar.
    Bem haja quem fez isto.
    Um abraço

  12. José Teixeira da Silva Says:

    Caros camaradas, ao saber da morte do nosso camarada, Furriel João Batista, um companheiro humilde e sincero, grande homem, grande militar e grande português, não pude conter as lágrimas com a emoção que me invade o meu coração.
    Como foi possível, meu Deus, levardes para junto de vós tão cedo, este militar?
    Que pecados ele cometeu para ter que nos deixar tão cedo?
    Que o Senhor Santo Cristo, tenha compaixão da sua alma… e lhe reserve um lugar no Céu, como prémio do bem que praticou enquanto esteve neste mundo.
    Meu caro Furriel Bettencourt, muito penhorado lhe agradeço que transmita à família do nosso malogrado amigo, os cumprimentos do meu mais profundo pesar.
    Um dia, será possível encontrarmos-nos, talvez aqui na metrópole ou onde Deus um lugar nos reservar.
    Bem – haja, tudo de bom para si.
    E para os nossos camaradas ainda vivos, um grande abraço.

    José Teixeira da Silva
    Soldado, 660/59 – C.C. 153

  13. Carlos Rios Says:

    Estas fotografias branqueiam os horrores do que foi realmente a passagem da C.Caç.1420, por aqui, senão vejamos:
    a) o 1º comandante de companhia assim que pôde (1 mês?) evacuou-se para a metrópole.
    b) neste período de tempo teve tempo de punir com pena de prisão alguns praças por levantamento de rancho (o cheiro e apresentação da comida era imundo).
    Logo a seguir acompanhados de outra companhia, fizemos uma operação onde perdemos o meu grande amigo, Alf. Vasco Cardoso e mais 5 praças (entretanto já tinha falecido outro camarada) as tropas regressaram em pequenos grupos a Fulacunda. Que nojo de comandante.

  14. augusto macias Says:

    Gostava de contactar alguem da caç 153 de 61/63

  15. A.David Bettencourt Says:

    Caro José Teixeira da Silva
    Sabes que mais deixei de ser Furriel em Agosto de 1963. Agora podes tratar-me por David ou Bettencourt como preferires. Desde 1975 que emigrei para o Candá onde vivo actalmente mas de vez em quando vou a Portugal e gostaria de encontrar malta da nossa Companhia 153. Num dos postos anteriores deixei o meu email mas repito « adbettencourt@gmail.com » .Manda-me um email quando tiveres oportunidade com o teu telefone etc etc.
    Um abraço
    David

  16. Carlos Rios Fur.Milº CCaç1420 Says:

    Aqui, primeiro contacto com a realidade da guerra fratricida em que fomos envolvidos, quantas ansiedades, quantos medos e sobressaltos. Fomos ainda confrontados com a prepotência e incompetência dos ditos nossos comandantes. O Manuel Caria, antes do célebre “Rumo a Fulacunda” ao primeiro leve contacto com o IN, arranjou uma treta para vir a ser evacuado, não sem antes punir diversos praças por fazerem, com toda a razão, um levantamento de rancho. Rocambolesca é a memória que tenho do caricato cap. encolhido e escondido atrás da casota das transmissões a ouvir ler a ordem e ver a reacção dos praças punidos. Também a Alf. Milº.? Serigado demonstrava a sua horrível faceta. De Fulacunda recordo a tristeza que ainda hoje me marca do desaparecimento do nosso querido camarada Vasco Sousa Cardoso e mais quatro soldados. Lembro também com nostalgia em noite de negrume avassalador à luz de um candeeiro de nossa patente (uma garrafa de cerveja cheia de azeite com uma bicha acesa), de notar que penduradas a toda a volta do arame farpado estes Candeeiros lá cumpriam a sua missão; ouvi o nosso estimado camarada Ernesto Fernandes com a sua viola e bonita voz (veio mais tarde a participar num programa da televisão que se chamava ZIP-ZIP), a cantar os Vampiros, ainda foi incomodado por causa disso. Enfim, quantas recordações e nostalgia me vêm à memoria agora no ocaso da vida.

  17. Joaquim Caldeira Says:

    Estive em Fulacunda, como Furriel Miliciano, de Maio/68 a Setembro/69. Foi uma aventura e tanto. Hoje, visto à distância, faz saudade.
    Gostei de ter contacto com este BLOGUE. Podem ver o meu em: CCAC2314.blogspot.com.
    Recebam o meu abraço e felicidades.

    Joaquim Caldeira
    Coimbra

  18. Augusto Inácio Ferreira Says:

    Camaradas que estiveram na “bela” Fulacunda. Pertenci ao BCAV 2867 e à C.CAV2482 “OS BOINAS NEGRAS” 1969/70. Hoje vim aqui porque queria ver como está Fulacunda. As novas tecnologias permitem isso. Mas o que vos queria dizer (a todos que por lá passaram), é que eu “falo” ao telefone de vez enquando para Fulacunda. Falo para a casa do Seco Djassi que era irmão do Alf. Malan (da milicia) que já morreu, e cunhado da MAMA (que era a minha lavadeira – hoje com 85 anos). Pois eu já falei com ela pelo telefone, e estou em contacto com os seus familiares aqui em Lisboa. Palavras para quê. Estou a escrever e não consigo esconder as saudades que sinto de tudo que por lá passei.
    A todos os camaradas que estiveram em Fulacunda (especialmente aos CAPICUAS que nos foram render), desejo um Santo e Feliz Natal.

  19. Ana Filipa Says:

    Alguém conhece o João Baptista, furriel miliciano que vivia no Restelo nos anos 60 com o avô, e que ficou ferido na guerra e que tinha uma amiga Leonor que ia busca- lo ao Hospital Militar? Contacte-me para: ceposbarro@hotmail.com

  20. Manuel Brandão Says:

    Eu não ponho comentário. EU FAÇO UM PEDIDO.
    Quem dos camaradas que estiveram em Fulacunda é capaz de me fornecer um mapa, esquema, aonde figure a localização do cemitério.
    Pretende-se detectar para futura exumação do camarada JOÃO FREITAS PEREIRA, soldado 267/61, que pertenceu à C Caç Especiais 274 e que faleceu a 22ABR63, sendo inumado no cemitério de Fulacunda, já que a família está empenhada em trasladar para ossário familiar os restos mortais que forem encontrados.
    Como fizeram e conseguiram exumar os “paras” de Guileje, também deve ser possível fazê-lo em Fulacunda.
    Desde já muito agradecido.
    Manuel Brandão
    (Presidente do Núcleo de Ponta Delgada da Liga dos Combatentes)

  21. Augusto In+acio Ferreira Says:

    Ao camarada Manuel Brandão.
    Com respeito ao seu pedido s/a localização do cemitério de Fulacunda nada lhe posso dizer. No entanto possuo 2 tlf’s de pessoas de Fulacunda que referencio atrás, e que lhe posso fornecer. Através delas poderá obter algo de que necessite. Poderá contactar-me pelo Email: augustoinacio@sapo.pt ou pelo Tlm 91 791 47 82
    Até lá um abraço
    Augusto Ferreira

  22. manuel da costa e silva Says:

    Estive em Fulacunda de 72/74 e ler qualquer coisa referente a essa terra é rever uma época difícil mas ao mesmo tempo rica na construção de grandes amizades e muitos ensinamentos que até hoje me são úteis….

  23. Octávio do Couto Sosa Says:

    Já partipei neste Blog.
    Pertenci à companhia de Caçadores 153 como Furriel Miliciano. Fomos os primeiros a pisar o chão de Fulacunda em 1961 sob o comando dum jovem, mas muito competente Capitão, hoje, o General josé dos Santos Carreto Curto.
    Acompanhamos a evolução e preparação da guerrilha e descrever cada uma das nossas acções dava para umas largas crónicas.
    Vamos recordando os bons momentos porque os maus só nos causam sobressaltos.
    Um abraço a todos,
    Octávio Sopusa

  24. Manuel Encarnacao Says:

    Entao pessoal,esta tudo nas encolhas?Onde andam os famosos CAPICUAS?Va la,aparecam,digam alguma coisa,vamos tomar um copo,toca a marchar.
    Agora a serio,deixem noticias,passaram 40 anos mas e como se fosse ontem,verdade?ABRACOS para toda a malta.

  25. José Manuel Ribeiro Pereira dos Santos Says:

    Lembro-me de ti amigo Costa e Silva e de muitos mais, Ainda há momentos via aqui o Alferes Pinto do 3ºPelotão. Sou o Santos Furriel Milic. do 3ºPelotão. Que saudades tenho desse tempo.De toda aquela gente de Fulacunda.Lembras-te do Malan chefe de pelotão da milícia? do Louro, do Patinho, do Brás,do Plácido, do Tobias, do Sequeira,do Damião,do Caselha e estaria por aqui a desfiar nomes. Tempos de nostálgia.

  26. Augusto Inácio Ferreira Says:

    Camarada José Manuel. Fala de camaradas seus e refere o Alferes Malan da Milicia. Já agora para todos que ainda hoje recordam Fulacunda com saudade, informo que tenho contactos com Fulacunda via telefone (falo com frequência com a minha lavadeira Mama), e aqui em Lisboa está um filho do Alferes Malan, que já nasceu depois dos Boinas Negras (1969/70) terem de lá saído. Também tenho o contacto de Fulacunda do Guia, irmão do Alferes Malan, Seco Djassi, que tendo perdido uma perna numa mina, vem anualmente a Portugal. Se é vosso desejo ter um contacto com Fulacunda, estarei disponível para vos dar os telefones. Um abraço, Augusto Ferreira

  27. MANUEL NOGUEIRA Says:

    PARA O MEU CAMARADA E AMIGO ORLANDO ROSA AO FIM DE 42 ANOS ENTRAMOS COMTACTO COM GRANDE PRAZER MEU GOSTAVA DE ENCOMTRAR MAIS AMIGOS DA C.CAC.1567 ERA O MEU GRANDE PRAZER NECASNOGUEIRA@AOL.COM

  28. José Manuel R.P. dos Santos, ex.Furriel Mil.na 3ªCart.Bart6520-72-Fulacunda Says:

    Agradeço a disponiblidade camarada Augusto Ferreira o contato do filho do Alferes Malan. Umas palavras são sempre oportunas para falar do pai que bem conheci. Hoje a história fica para outro dia, apenas a data 13-05-1973 que não esqueço, que coberto pelo corpo do Malan, me pedia para que não morresse. Estendido no chão com um ferimento de bala nas costas, sobre um tiroteio cerrado por emboscada, era aquele HOMEM que me cobria o corpo a implorar-me que não morrese. Assim foi e passado 3 horas era retirado do local por Heli, gravemente ferido. Onde estejas Malan o teu amigo nunca te esqueceu.

  29. Augusto In+acio Ferreira Says:

    Camarada José Manuel. O relato da sua epopeia emociona qualquer que tenha pisado solo Guinéu. Ali ficou “parte” de nós. É sempre bom termos presentes situações que nos marcaram e continuam bem presentes em todos os momentos da nossa vida. O Alf. Malan já faleceu. Tem um filho que terá agora 40 anos e que se chama Arafam Djassi. Está aqui no Fecebook. Porque não lhe pede amizade? Será um bom princípio para um reatar de “memoriais”. Se precisar algo de mais da minha pessoa, o meu telefone está aqui: 91 791 47 82. Um abraço

  30. edson morais Says:

    Querendo conhecer um pouco da historia da Guiné-Bissau acabei por abrir este site, brasileiro de são luis do maranhão,militar e membro de uma igreja evangelica,em 2013 pretendemos ir à Guiné em missão de ajuda àquele povo. Vejo pelo relato de vcs que conhecem muito desssa região chamada fulacunda, se possivel gostaria de poder contar com tais informações, desde já agradeço! Que Deus os abençoe!

  31. Barbeiro Teixeira Says:

    Camaradas do abrigo Buba de Fulacunda, espero que não se tenham esquecido de mim do batalhão 2924 dos Capicuas. Era eu o barbeiro de serviço. Por aqui está tudo bem. Espero que convosco também. Um grande abraço para todos os camaradas!

  32. Ernesto César Valente Fernandes Says:

    Gostaria de saber do camarada Rios, meu camarada de armas. A Cruz de Guerra saíu-lhe do corpo. Obrigado pelas palavras gentis com que falou de mim. Que vergonha o ter-me esquecido do nome do guia, filho do chefe de Tabanca. E o deste também.

  33. António Rebelo ex.Furriel Mil.na 3ªCart.Bart6520 Fulacunda Says:

    É a primeira vez – há sempre uma primeira vez – que ando por aqui.
    E vim na sequência de um contato telefónico com ex- camaradas/amigos que comigo estiveram em Fulacunda 72/74.
    E descobri o Amigão Costa Silva e o Santos e ainda recordei o Malan (Alferes).
    E sempre bom recordar…mesmo quando o recordar pode ser triste como é o caso do Malan. Como disse o Santos: Onde quer que esteja jamais o poderei esquecer. Ele que me (nos) foi tão útil durante 26 (vinte e seis) meses e que veio a ser fuzilado – segundo consta – no pós independência.
    Para todos mas muito especialmente para os companheiros de 72/74 -vulgo- os SERROTES um abraço.

  34. Augusto In+acio Ferreira Says:

    Meu Caro António Rebelo
    O Alf. Malan da Milicia realmente já faleceu, mas de morte natural. O facto de ser o “líder espiritual”, ou coisa que o valha ou representar algo importante na religião muçulmana, (segundo creio), evitou que tivesse passado pelo “crivo”. Tenho contacto com o filho Arafan Djassi que deve ter nascido na altura em que VCS lá estiveram. Se quizer entrar em contacto com alguns camaradas que estiveram por aquelas bandas, basta pedir para ser anexado no FACEBOOK – Boinas Negras de Fulacunda. Ou através de mim, que com muito gosto para lá o encaminho. Até lá um abraço

  35. António Rebelo Says:

    Caro Augusto Ferreira Diz:
    Boa tarde.
    Ainda bem que o Malan morreu de morte natural. Não era a informação de que dispunha.
    Não tenho e não quero – por diversos motivos – aderir ao facebook.

    Tenho e mantenho por outras vias diversos contatos com alguns – bastantes mesmo – camaradas daquele tempo. E, regularmente, fazemos/comemoramos a festa de aniversário da Companhia. Este ano está marcada para o próximo sábado em Penafiel.

    Obrigado e um abraço.

    António Rebelo

  36. Orlando Rosa Says:

    Para todo pessoal da C . Ca ç. 1567 ( Fulacunda 67/68) e para todos os que por aqui passaram desejo um BOM NATAL e que
    2014 traga um ótimo ano principalmente muita saúde que é o
    que com a nossa idade é o mais necessário.
    Para todos um abraço
    Orlando Rosa

  37. Augusto In+acio Ferreira Says:

    Faço minhas as palavras do Orlando e tal como nós aqui desejamos que o “nosso” Natal seja bom, seria também desejável que o Natal de TODOS aqueles que ainda vivem em FULACUNDA o seja. Eu brevemente farei seguir para Fulacunda o meu “pré” anual como já o faço há 3 anos a esta parte. Para TODOS um Bom Natal e um Bom Ano 2014.
    Augusto Ferreira
    CCAV.2482 – Boinas Negras – Fulacunda 69/70

  38. EU ANDEI NA GUERRA COLONIAL EM CABINDA NO PAMGMOMGO DE 68 A 70 DO BART 2849 E DA CART 2396 ERA A MIHA COMPANHIA ERA O UNICO NOME DA COMPANHI DIOGO E TAMBEM SOU AMIGO DE VETERANOS DE GUERRA NA GUINE BCCAV 2867 ccav2482 BOINAS NEGRAS FULACUNDA DO FRANCICO COSTA QUEIROZ E DE ALBERTO CARDO E FURRIEL TRANMISSÔES LEAL CCAV 2482

  39. Augusto In+acio Ferreira Says:

    Amigo DIOGO. Tudo gente amigo que o meu amigo refere. O Queiroz está no Hospital da Prelada, e o Cardoso é que lhe vai dando assistência. O Leal era o cabo cozinheiro (está bem e recomenda-se); o Furriel de Transmissões não é LEAL é o Seara Fernandes que também vive no Porto. Se quizer noticias desta gente com mais detalhes, está na “fonte” certa. Peça amizade no FACEBOOK que é mais fácil. Abraço

  40. José Augusto Barrio deSousaLopes Says:

    Estive diversas vezes em Fulacunda aonde levei alguns dos maiores sustos que tive na Guiné Fiz parte do Bat. 1860 da C.C.797 de Tite, nos anos 1964 a 1967
    Era conhecido por Brasileiro, por ter vindo do Brasil voluntário para o exercito. Neste momento por motivos comerciais estou novamente na Guiné. Estou ás ordens do camarada Manuel Brandão. se ainda necessitar de ajuda

  41. Ao Fernando Baptista e ao Barbeiro Teixeira a estes amigos CAPICUAS queria muito falar com eles mas falta o contacto deles claro um abraco-

  42. jose antonio Lopes gomes Says:

    Para o operador cripto Augusto Inácio Ferreira um abraço do tamanho do Mundo do operador cripto José António Lopes Gomes cavaleiro de nova sintra.De vizela para castelo branco….Até breve…..

  43. LUIS RUA Says:

    LUIS RUA FURRIEL MILICIANO DA CART 2772 BATALHAO 2924 A TODOS O MEU MUITO OBRIGADO NAO ESQUECO ESSE TEMPO E SO HOJE SOUBE DESTA PAGINA.FICO A ESPERA DE SABER ALGO DE TODOS PARA O EMAIL luisarua@sapo.pt

  44. Augusto macias Says:

    Estive em Fulacunda com os meus país em 1961
    Assisti á chegada dos primeiros militares do CC 153 do Capitao Carreto Curto, tinha 11 anos e acompanhei muitos militares que me levavam a passear nos jepões da altura
    Meu pai foi morto numa emboscada
    gostava de recordar tempos antigos em Fulacunda
    Abraço a todos os que por lá paasaram
    Augusto macias

  45. Augusto macias Says:

    Meu email:
    asmacias@iol.pt

  46. Eu também esteve em fulacunda em 1965 a 1967 CC 1487 gostava de entrare em contato antigos camaradas aqui fica o meu contacto telefónico 960493234 Francisco Guerreiro o curenta que em nhacra fiz de enfermeiro com o cabo piris um grande abraç

  47. ezequiel alves Says:

    Ola a todos . hoje a curiosidade me levou até este site e ao ler as palavras ,e as experiencias passadas nessa terra me veio ha mente as coisas boas e menos boas que la vivi ..sou o ezequiel , um capicua ,que estava na torre .. Também era conhecido pelo reguila , recordo -me de varios camaradas, mas nao tenho contactos . aqui fica o meu ez_alves@hotmail.com.. um abraço,e boa sorte para todos vos ..

  48. Estive em Fulacunda, como furriel miliciano, onde eu e mais alguns camaradas, fomos feridos em ataque ao quartel em 1968, tendo sido evacuado para Bissau, daí terminei a comissão no DBI.Como fui em rendição individual pertenci a várias unidades. Não tenho boas recordações de Fulacunda pois foi o pior local por onde passei.

  49. Não foi uma boa experiência para ninguém com excepção para as grandes amizades feitas.Abraços.

  50. orlando Rosa Says:

    Felizmente muitas foram e que ainda hoje se mantem, Assim acontece com o pessoal da 1567.
    Apesar de alguns estarem a grande distancia os contatos são feitos.
    Para todos um abraço.
    Orlando Rosa

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