Cutia

A torre do bunker vista do exterior do recinto.
(foto gentilmente enviada por, César Dias, Ex Fur. Mil. – B.C. 2885 – Mansoa 69-71)

Vista parcial da tabanca junto ao destacamento onde se vê a bandeira à porta de armas.
(foto gentilmente enviada por, César Dias, Ex Fur. Mil. – B.C. 2885 – Mansoa 69-71)

A torre do “bunker” vista de outro ângulo.
(Foto gentilmente enviada por Jorge Picado, ex-Cap Mil Art CCaç 2589/BCaç 2885 – 70/72)

Junto à cozinha/messe, mulher grandi vem parte mantenha(?), Natal 1970.
(Foto gentilmente enviada por Jorge Picado, ex-Cap Mil Art CCaç 2589/BCaç 2885 – 70/72)

Estrada principal para Cutia (1965)
(foto gentilmente enviada por, Leopoldo Correia ex-fur.milic.Inf.da CART 564 – 63/65)

Içar da nossa bandeira na casa do chefe de tabanca.
(foto gentilmente enviada por, Leopoldo Correia ex-fur.milic.Inf.da CART 564 – 63/65)

“ronco”, engenho e arte da malta da 564, a perpetuar a nossa efémera passagem por Cutia ,em 1965.
(foto gentilmente enviada por, Leopoldo Correia ex-fur.milic.Inf.da CART 564 – 63/65)

Abrigo reforçado em Cutia (1965)
(foto gentilmente enviada por, Leopoldo Correia ex-fur.milic.Inf.da CART 564 – 63/65)

Sem máquinas mas com uma grande força de vontade e fator de cagaço edificámos este espetacular abrigo utilizando chapas de bidons cibes e terra.(Cutia 1965) CART.564
(foto gentilmente enviada por, Leopoldo Correia ex-fur.milic.Inf.da CART 564 – 63/65)

Grupo de heróis que na noite de 16/01/65 defenderam Cutia da destruição total, foram todos condecorados, sendo o Fur.Mil. Manuel Domingos (saudoso fadista amador , já falecido agraciado com a cruz de guerra de 1ªclasse.
(foto gentilmente enviada por, Leopoldo Correia ex-fur.milic.Inf.da CART 564 – 63/65)

Cutia, 1966 > Forno onde se cozia o pão para a Companhia ali instalada.
(Foto gentilmente enviada por: José Ferreira de Barros, ex-Fur Mil At Cav, CCav 1617/BCav 1897, Mansoa, Mansabá e Olossato, 1966/68)

Cutia, 1966 > Lado da estrada para o abrigo.
(Foto gentilmente enviada por: José Ferreira de Barros, ex-Fur Mil At Cav, CCav 1617/BCav 1897, Mansoa, Mansabá e Olossato, 1966/68)

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12 Respostas to “Cutia”

  1. Jorge Picado Says:

    Ai Cutia, mesmo nas barbas do Morés…a meio caminho de Mansoa e Mansabá. Tão pequenina e porque não me incomodaram durante os 69 dias que lá estacionei? Todos os fins da tarde me interrogava: “Será hoje que me veem buscar?” Mas…respeitaram-me…porque saber…sem dúvida que sabiam que estava lá um Cap Mil. Tenho foto da Torre de outro ângulo que enviarei por mail.
    Jorge Picado

  2. jorge ribeiro Says:

    Caro Capitão Engenheiro fui seu furriel enf. em Mansoa. Já passei duas vezes por Ílhavo para o cumprimentar mas nunca o consegui encontrar.
    Um abraço. Jorge

  3. Jorge Picado Says:

    A segunda foto não é junto “da porta de armas”, mas sim junto do que era a “cozinha e messe”, na berma da estrada, talvez a meio do destacamento. Pode-se divisar parte da caixa duma viatura com um bidão que seria, naturalmente, de água potável.
    As “portas de armas”, havia a de quem vinha de Mansoa (foto de César Dias) e a de quem vinha de Mansabá, entradas e saídas respectivas consuante o sentido de marcha, tinham as sentinelas e, cavalos de frisa só à noite (?).
    Jorge Picado

  4. Joel Viola Pacheco Says:

    Amigos ao ver as fotos de Cutia, lembrei-me de uma viagem que fiz, desde o Olossato até aí, com o meu amigo Ranito que era condutor auto rodas, o qual aí ficou mais de 12 meses.
    Passei aí uma noite, em abrigo subterrâneo, um buraco onde os militares desse aquartelamento dormiam.
    Mais para o fim da comissão, passei algumas vezes por aí, com CCAV 3568, de escolta à coluna com destino a Mansabá .

  5. Jorge Lobo Says:

    Guiné, o Ex-Vietaname africano

    Depois de fazer a recruta em Vila real, a especialidade de artilharia em Penafiel e o IAO no Guincho(Cascais), embarcamos a 7 de Feveiro de 1967 para a Guiné onde desembarcamos a 11 desse mesmo mês.

    Ao desembarcar em Bissau logo o pessoal da minha companhia sentiu o cheiro típico a terra queimada, aquela terra vermelha típica de terras Áfricanas.

    Logo após o desembarque recebemos a notícia de que iamos ficar destacados em Mansoa e de seguida alguem nos confidenciou que Mansoa era nem mais nem menos que um local de extremo movimento bélico……..

    Subimos para as viaturas e logo à chegada a essa vila de Mansoa, sentimos-nos tristes e desmoralizados ao ver a alegria do pessoal a quem iamos render e que era a Companhia nº 816 (Lobos do OIO). Os seus elemetos encontravam -se sorridentes aos pulos em cima das suas viaturas, tirando as fotos de despedida afim de momentos depois seguirem para Bissau para embracarem para a metropole no próprio navio de onde tinhamos desembarcado pouco tempo antes.

    Ficamos adidos ao Batalhão 1857 que actuava nas temíveis zonas de Sarauol, Locher, Changalana, Cobonje e por vezes tambem em Morés.

    Não foi preciso muito tempo para que o meu plotão fosse batizado de fogo.
    Uma semana após, quando fomos em viaturas buscar uma companhia que vinha da mata do Locher, fomos emboscados a cerca de 6 Kms do Jugudul na estrada esta que liga as localidades de Mansoa e Portogol.

    Aqui, tivemos a oportunidade de conhecer finalmente o sabor amargo da guerra, ao ver um ferido pertencente á companhia que tinhamos ido buscar.
    Ao ouvir os primeiros tiros, pensamos que ainda estavamos nos treinos do IOA no Guincho, só passados momentos verificamos que ali, as balas não eram de madeira mas sim de chumbo envolvido em latão….

    Um mês passado, nova emboscada na zona do Alto Namedão, onde um elemento da nossa milicia que ia à frente da coluna, foi atingido por uma roquetada que lhe arrancou o cinto e cartucheiras indo rebentar atrás dele sem lhe causar qualquer ferimento.

    Mais umas 3 semanas e eis que rebenta uma mina na segunda viatura quando iamos a caminho de Portogol. Vários feridos e um nosso furriel morto, que ia ao lado do motorista.

    Um mês depois estavamos no quartel, ouvimos um grande estrondo na estrada Mansoa-Portugol. Vamos de imediato ver o que se passava e deparamos um Hanimog destruido com vários pedaços de pernas espalhadas no terreno num raio de 100 metros e ainda com bota calçada. Tinha sido devido a mais uma mina anticarro que tinha rebentado numa viatura da companhia do batalhão onde estavamos agregados. Vários mortos e feridos.

    Uma semana depois, um patrulhamento ao Sarauol. no lado de lá da bolanha, entre Cutiá e Sarauol, o soldado Aradas repara num fio de aço ao lado da picada, fio este que estava ligado a uma granada defensiva. (armadilhada), a qual foi desmontada pelo nosso furriel, Farromba.
    Recordo que para essa operação tinha sido chamado à ultima hora um soldado que não era previsto sair nesse dia. Curiosamente, esse mesmo soldado, que tanto se lamentou por ter sido nomeado para essa operação e que, a caminho do objectivo ia a rezar de terço na mão para que nada de mau lhe acontecesse… foi esse mesmo João o unico morto em combate quando a companhia se encontrava estacionada em circulo dentro da mata do Sarauol. Foi atingido por um estilhaço de morteiro 82 que passou por baixo do tronco de uma árvore caída no solo atingindo-lhe a cabeça quando eeste estava a meu lado deitado atrás do tronco da árvore.

    15 dias depois, fomos até perto do Locher em viatura afim de trazer uma companhia que vinha de uma operação. No momento em que chegavamos ao local onde nos deviamos encontrar com eles, estava ainda essa companhia a fazer fogo sobre o acampamento IN . Minutos depois, essa companhia era emboscada já muito perto do local onde nos encontravamos à sua espera, altura em que foram por nós ajudadaos já que estavamos precisamente nas costas do IN, tendo permitido a mim próprio alvejar com sucesso um militar do PAIGC que se encontrava a disparar contra a companhia que vinha do objectivo. Ele estava empoleirado no cimo de uma árvore com uma arma (costureirinha) que não chegmos a capturar porque entretanto a companhia 1686 já estava junta de nós para seguirmos na direcção de Mansoa.

    Uma paragem no caminho para descansar e eis que ; o Aradas, (rambo à portuguesa), olha em frente na picada e vê um grupo IN a cerca de 200 metros saindo da estrada e infiltrando-se na mata. Todos levantamos para continuar a marcha na direcção de Mansoa.
    Sózinha à frente da coluna e a cerca de uns 100 metros de distância do segundo militar da coluna, ele aproximou-se sozinho do local onde os guerrilheiors se tinham emboscado ao lado da estrada.
    Dispara sobre eles provocando de imediato um arraial de fogo dos dois lados das tropas conseguindo o Aradas, minimizar os danos já que desta forma não fomos apanhados de surpresa pelo IN. Mesmo assim tivemos um morto pertencente a uma companhia do Batalhão 1912.

    Após uns seis meses de comissão, calhou-me ir para o destacamento do Jugudul, o qual não possuía abrigos porque se supunha que o inimigo nunca o atacaria por ser uma ex-escola. Mais tarde depois da nossa substituição no Jugudul, este destacamento haveria de ser atacado fazendo vários feridos a quem lá estava destacado e com um morto do lado N do qual falarei mais adiante.

    Do Jugudul fomos destacados para a ponte de Braia por 2 meses e daí voltamos para Mansoa para continuar a parte operacional.
    Estavamos praticamente a meio da comissão.

    De novo em Mansoa, quando certa madrugada o Jugudul era atacado.
    Na manhã seguinte o meu plotão foi lá fazer o reconhecimento e encontramos o municiador de metralhadora IN deitado no chão morto de costas e enrolado num pente de balas de alto calibre, atrás de um monte de baga-baga.

    Pouco tempo depois, a companhia 1686 pertencente ao batalhão (1912) que entretanto tinha substituido o Batalhão 1650, fez um golpe de mão na mata de Tenha-Locher e no regresso sofreu uma forte emboscada mesmo na bolanha junto do acampamento do que resultaram vários mortos e feridos, tendo lá ficado abandonado morto um soldado milicia que era o melhor guerreiro que tinha esse batalhão.

    Uma semana passada somos acordados por volta da meia noite tendo o nosso capitão dito na formatura que se seguiu, que teriamos de ir destruir por completo o acampamento turra onde uns dias antes tinha havido todos aqueles mortos e feridos, no Locher.

    Foi um problema a nossa saída do quartel. Pertencia ao meu plotão ir à frente da coluna e, o nosso alferes comandante de plotão e mais um cabo da minha secção, entraram em pânico e isso provocou que o CMDT de companhia pedisse voluntários para ir à frente sempte que houvesse operações de assalto a casas de mato.
    Acabei por me incluir nesse (voluntariado….).

    Chegamos ao Locher, entramos na mata por volta das 4H30 da madrugada. Seguimos por fora da picada cortando ramos de arvore para conseguirmos passar de forma a evitarmos a sentinela IN,
    Finalmente entramos no acampamento. Estava abandonado de forma que, restou-nos destruir (queimar)as casas de mato. Regressamos ao quartel sem qualquer contacto com o IN.

    Uma semana depois, mais um patrulhamento na zona de Ga Fará já perto de Morés, na operação (estrela do norte). Eu ia em 2º lugar à frente da coluna juntamente com a milicia.Encontramos uma casa de mato com vários guerrilheiros a fugir, disparei atingindo um deles tendo-lhe capturado a sua arma, (Kalasnikov).

    Pouco tempo depois fomos passar cerca de um mês ao Olossato, arredores de Morés.
    Num patrulhamento com emboscada, ferimos um elemento IN capturando-lhe a respectiva arma, sendo esse elemento transferido para Bissau onde foi curado ao joelho ficando por lá como guia das nossas companhias de comando.

    Regressados do Olassato a Mansoa, fizemos um golpe de mão perto de Uaque local onde se acoitava um grupo IN que na altura montava minas anticarro na estrada mansoa-Bissau.
    O acampamento estava desabitado, pois antes de lá chegarmos o IN já tinha de lá fugido excepto o seu enfermeiro que não tinha tido tempo de fugir com os companheiros e se encontrava a dormir tendo-lhe sido capturada por mim e um soldado milicia a arma e a bolsa de enfermagem.

    mais uma ida à zona do Sará fazer uma emboscada para tentar apanhar na fuga o inimigo que tinha sido surpreendido num golpe de mão por parte da do Batalhão de Mansabá.

    Finalmente o meu plotão foi destacado para Cutiá.
    Numa ida em viaturas a Mansoa, fomos emboscados em Sansanto tendo o Aradas e eu, feito o reconhecimento à mata, após a emboscada. Estivemos perto de capturar um elemento IN ferido o qual só não foi capturado por minha culpa ao pedir ajuda ao Aradas para me ajudar a localiza-lo já que eu tinha ouvido os seus gemidos ali por perto. Pla vida fora, rrependi-me de ter chamado o Aradas pois penso que sózinho eu teria capturado não só o guerrilheiro mas tambem a sua arma.
    Este, acabou por deixar de gemer e não o conseguimos encontramos encontrar no capim porque tinhamos pressa de continuar a viagem nas viaturas para ir a Mansoa.

    Na semana seguinte tudo nos correu pior, pois quando iamos de novo a mansoa abastecer, seguiamos em 2 viaturas uma delas rebocando a outra por avaria.
    Iamos a cerca de 20 Km/hora e eramos alvos faceis.
    No preciso local de uma semana antes, fomos de novo emboscados e na viatura onde eu seguia, houve vários feridos e um morto pertencente ao plotão de morteiros que com nós se encontrava estacionado em Cutiá.

    Por fim, fomos passar os ultimos 3 meses a Bissau de onde embarcmos finalmenmte para Portugal ao fim de 22 meses de Guerra acesa e encarniçada na Guiné.

    Aos (herois portugueses de hoje), àqueles militares mimados que hoje em dia vão passear para o Kosovo ou paquistão acompanhados de jornalistas e mimados que nem bebés, ganhando chorudos ordenados, a esses nem lhes passa pela cabeça o que os seu progenitores passaram na guerra da Guiné Bissau onde a morte os espreitava em cada esquina ou atrás de cada árvore daquelas temíveis matas mesmo ali ao lado dos quarteis nacionais.

  6. Leopoldo Correia Says:

    Tenho fotos de 1965 relativas a Cutia, que poderei enviar a pedido de quem estiver interessado.
    Gostaria de contactar pessoalmente o Cap. J.Picado, pois tenho família em Ílhavo (Torrão Sacramento, do Jornal Ilhavense), tudo para lhe contar cenas de outros capítulos de Cutia, Nhacra, Morés, etc.
    Com todo o respeito, apresenta-se o ex.fur.milic. da CART.564.
    Leopoldo Correia. Maia 02/5/2011

  7. Essa dos meninos mimados, eu apoio!.Eu fiz parte do Bat. Caç. 2851, Sediado em mansába. E nessa estrada para cútia, fomos muintas vezes emboscados, nas colunas que faziamos, a Bissau..foi duro, muinto duro .Hoje é facil……muinto fácil ser soldado. Ganha-se bem tem internet, telemóvel,skeep, enfim tudo o que o progresso pôs á disposição dos nossos soldados, destacados nas missões da ONU. nós tinhamos, os famosos aerogramas!,,,Que recebiamos passados 8 dias de serem enviados! Hoje, comparado com o nosso tempo é um LUXO!……….

  8. joel viola pacheco Says:

    Atualmente é muito bom ser destacado para as missões , da ONU, deve ser um bom”pé de meia” conheço alguns jovens militares, que repetiram TIMOR por três vezes.
    Ainda bem que estes , certamente não bebem água da bolanha, não comem chispe liofilizado, nem arroz com rodelas de salsichas quase todos os dias, não escrevem aerogramas, tem a net para falar com a familia, e tem certamente um pré muitissimo maior que o nosso. Se tivessem as mesmas dificuldades que nos tivemos,certamente não havia tanto voluntário nas forças armadas portuguesa.
    Viola , Guiné CCAV 3568 27 março 72 a 12 julho 74.

  9. Antnio Gonalves Teixeira Says:

    Certamente! Se fossem para as misses, com as condies, que ns tinhamos naquelas paragens, em que a gua era , de cor leitosa, insalobra, quente, ( no era tirada do frigorifico) e as famosas raes de combate, se assim fosse se calhar , no corriam tanto para as misses ditas de contributo para a paz!. na minha modesta opinio, mais tipo MERCENRIOS, do que voluntrios. J aQUI O DISSE E REPITO!.Tem intrnete, telemvel, Skeip, video- conferenia, televiso, enfim, TUDO,TUDO….E ns l NO MATO?……Mosquitos, aerogramas, com 8, ou 9 dias de atrazo, sem luz noite, sempre na espectativa de um ataque, comendo , arroz, atrs de arroz, contando os dias, enfim uma vida de Lord!.Que pena eu tenho, destes nossos jovens, ……..

  10. João Carvalho Martins Moreira Says:

    Caros amigos.
    Pertenci ao B, caç. 2885, meu nome Moreira, condutor pertencia à companhia CCS , estive adido à companhia 2589 em Cutia. Gostava de saber do pessoal que lá esteve a prestar serviço nessa altura, e também o comandante Alferes Trigo Guineense. comandante nessa altura.

  11. Amigo Moreira
    O nome não me diz nada mas estive em Cutia no Pel.Caç.Nat. 61 de Junho de 70 a 72, com o Alferes Simeão e os furrieis Amorim e Sá. Um abraço

  12. CArlos Matos de Oliveira Says:

    Boa Tarde. Pertenci à CCAV 1617 /BCAV 1897 que esteve em Cutia no ano de 1966 – Novembro /até parte 67 . Protegemos a construção da estrada Cutia -Mansabá, para além das emboscadas noturnas para segurança do destacamento. Tempos de sacrifício , de calor e poeira intensa , bem como patrulhamentos diários da estrada para Mansoa (água e abastecimentos). Depois fomos para o sul, operação Fabiola e regressamos a Mansabá, para a quadrícula, onde tivemos uma grande atividade operacional . Embarque em Agosto de 1968.
    Continuamos a reunir todos os anos e a manter a chama do 1897 Mansoa-Cutia-Mansabá -Olosssato. Abraço a todos
    Carlos Oliveira

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