Uaque

Com as intermináveis “bolanhas” sempre presentes. Aqui o sol já vai alto mas ainda encoberto pela bruma matinal.
(foto cortesia de “Guiné Caça Uaque”)

Um “periquito” acabado de aterrar junto ao bunker de Uaque.
(foto gentilmente cedida por António Rodrigues, ex-1º Cabo Enf., CC 2587, 3º gr. combate, 1969/71)

Pormenor da Ponte de Uaque que defendíamos a todo o custo.
(foto gentilmente cedida por António Rodrigues, ex-1º Cabo Enf., CC 2587, 3º gr. combate, 1969/71)

A estrada para Bissau que passava por cima da Ponte de Uaque.
(foto gentilmente cedida por António Rodrigues, ex-1º Cabo Enf., CC 2587, 3º gr. combate, 1969/71)
23 Outubro 2008 às 22:40
Apresenta-se o Furriel Miliciano Eduardo Domingues, da C. Caç. 816 que em 12 de Setembro de 1966 inaugurou, com toda a pompa e circunstância, a estalagem “ABRIGO DE UAQUE”.
Já agora um pouco de história sobre o motivo que deu origem à construção deste abrigo.
No início do mês de Agosto de 1966 uma mini coluna que saiu de Mansoa em direcção a Bissau, após passar a ponte e imediatamente a seguir à escola de JUGUDUL, sofreu uma violenta emboscada com consequências terríveis para as nossas tropas.
A partir desse acontecimento, o PAIGC estava mais próximo de Bissau e foram então desencadeadas várias operações na zona Este de Mansoa, nomeadamente as operações “ELEFANTE I”, “ELEFANTE II”, “ELEFANTE IV”, as duas primeiras executadas pela C CAÇ 1420, reforçadas por um Grupo da 816 e a terceira executada pela C Caç 816 com um Grupo de comb. “OS CAVEIRAS”.
Havia que resguardar a ponte de UAQUE e como consequência criou-se o respectivo abrigo. Como não podia deixar de ser com as garrafas de cerveja demarcou-se a entrada da porta de armas “C CAÇ 816”
Faça-se história
Até breve
Eduardo Domingues