Fulacunda

fulacunda_administracao

Na placa afixada na parede pode ler-se, “Administração de Fulacunda”. Notar o traje do “antes da guerra”. (fotografado circa 1960)
(adaptação de foto, cortesia do Instituto de Investigação Cientifica Tropical, Arquivo Histórico Ultramarino, http://actd.iict.pt/)

fulacunda22_1961_tabanca

Aspecto geral da “tabanca”.
(foto gentilmente cedida por  João Baptista, CCaç153, Guiné 61/63)

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O hastear da Bandeira Nacional. Notar o uso do capacete tipo colonial.
(foto gentilmente cedida por  João Baptista, CCaç153, Guiné 61/63)

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Cerimónia de homenagem ao Régulo. Notar que ainda se usavam os capacetes.
(foto gentilmente cedida por  João Baptista, CCaç153, Guiné 61/63)

fulacunda19_1961_administracao

Um grupo de militares tendo ao fundo o edifício da Administração. Notar que ainda não usavam camuflado.
(foto gentilmente cedida por  João Baptista, CCaç153, Guiné 61/63)

“Porta de Armas” vista de fora do Quartel.

Sinalização de uma fonte a uns poucos quilómetros na estrada para Buba.
Onde se pode dificilmente ler:
“Fonte – da – Gmansa”
“26 – 11″
“1946″
“V Centenário”

“Moranças” de quem tem “patacão”, no interior do aldeamento.

“Moranças” de quem não tem “patacão”, junto à estrada que vem do porto.

A prisão. “Morança” do preso no limite do arame farpado.

“A breda”. Posto de sentinela à pista de aviação e onde permanecia uma Secção.

No porto, aproveitando a subida da maré, uma LDM atascada é rebocada por outra.

No porto um barco de cabotagem chegou. Depois da segurança montada um pequeno bote faz o transbordo de pessoas e mercadorias. A altura é aproveitada para umas banhocas.

Monumento com mastro para a bandeira, onde apenas se consegue ver uma Cruz de Cristo.
Por cima está escrito: “Descoberta”
Por baixo: “Ocupação”

Vista geral com a porta de armas à esquerda e a bandeira no centro.
(foto gentilmente enviada por, Carlos Silva, ex-Fur Mil Bat Caç 2879 / CCaç 2548; originária de Paulo Bastos, Pel Caç  Ind 953)

Em primeiro plano a torre abrigo e ao fundo o depósito de água.
(foto gentilmente enviada por, Carlos Silva, ex-Fur Mil Bat Caç 2879 / CCaç 2548; originária de Paulo Bastos, Pel Caç  Ind 953)

Zona das várias casernas.
(foto gentilmente enviada por, Carlos Silva, ex-Fur Mil Bat Caç 2879 / CCaç 2548; originária de Paulo Bastos, Pel Caç  Ind 953)

Visão fantasmagórica de uma aproximação “à nossa casa”.
(foto gentilmente enviada por, Carlos Silva, ex-Fur Mil Bat Caç 2879 / CCaç 2548; originária de Paulo Bastos, Pel Caç  Ind 953)

A porta de armas vista do interior com a guarita do sentinela à esquerda.

O interior do aquartelamento em dia de grande temporal.

Vista geral do exterior do lado da porta de armas, ao fundo.

Travessia num bote pneumático da Marinha com o “porto” ao fundo.

A duplamente perigosa travessia quando ainda não tinha acontecido a tragédia do desastre de Cheche, no Rio Corubal, na retirada de Madina do Boé.

9 Respostas para “Fulacunda”

  1. correia nunes Diz:

    Camarada, mais uma vez nos brindas com fotos que me relembram, os dois anos e um dia que passei na Guiné, tenho de aprender a dominar bem a máquina para criar um sítio onde expor as fotos que fiz, Bissau, Porto-Gole, Bolama, Bissum-Naga, Enxalé, Ponta do Inglês, a minha arma era Engenharia. Obrigado, um Abraço do Camarada Correia Nunes

  2. Luís Lucas DaSilva Diz:

    Prezado amigo!
    Como tripulante de uma Lancha de Desembarque (LDM202) no período de 1968-1970, na Guiné, tivemos por força das circunstâncias de transportar e de participar em inúmeras acções que envolviam militares do Exército entre outras forças no terreno.
    O que lhe posso dizer, prezado amigo, é que vi no rosto de muitos o sofrimento da angústia, da ansiedade, do medo e do momento inesperado seguinte.
    A nossa situação como marinheiros não era melhor, mas o que eu vi através dos outros, isto é, as expressões de ansiedade, de angústia, do cansaço estampado no rosto de cada um revelava sofrimento, muito sofrimento, que jamais esquecerei.
    Tenho um enorme respeito e admiração por todos aqueles meus contemporâneos nessa guerra terrível que, ainda hoje, têm traumas e sofrem no silêncio das palavras e das atitudes incompreendidas.
    Bem haja pelo seu “sítio”.
    Com admiração,
    Luís Lucas DaSilva
    luislucasdasilvatgmail.com

  3. Manuel Encarnação, (Zuca) Diz:

    Até a mágoa trás saudade, e esta bateu forte.
    Um enorme abraço especialmente a todos os Capicuas de Fulacunda 70/72 e a todos que sobrevivem com melhores ou piores lembranças.
    (BC2927, CC2772, Fulacunda, Set70 a Set72)

  4. Fernando Baptista Diz:

    Também sou um Capicua, pertenci a CART 2772 FULACUNDA em Set.70 a Set.72. Estava colocado na Secretaria da Companhia junto com o Sargento Marcelino e o 1º Cabo Basílio.
    Foram maus mas também muito bons os tempos que passei com todos os meus companheiros. Gostaria muito de ter alguns contactos com ex-camaradas meus, pois perdi por completo o rasto. Se não estou errado este Manuel Encarnação (Zuca) era o nosso enfermeiro se não estou em erro.
    Um grande abraço as todos os Capicuas e aguardo ansiosamente o contacto de todos os que me quiserem contactar. UM ENORME ABRAÇO E BEM HAJAM A TODOS.

  5. Américo Castro Diz:

    Sou o cabo clarim, o Castro, pertenci à companhia 2772.
    Quero informar ao Fernando Baptista que tenho o contacto actualizado de 100 capicuas, tendo já sido organizados alguns convívios entre os capicuas do CART 2772 Fulacunda.
    Se não tiver o meu contacto aqui vai:
    914041530 / 227641991
    Rodrigues_ajc@hotmail.com
    Um grande abraço a todos os capicuas e até uma próxima. Fico esperando noticias.

  6. António Martins Diz: Diz:

    Sou o cabo Martins, atirador de dilagramas, pertencia ao abrigo da pista dois. Envio um abraço a todos os capicuas da CART 2772.
    Aqui deixo o meu contacto: 962369613/218594476 rapel.lda@hotmail.com
    Fico esperando noticias de algum capicua.

  7. Jose Sales Diz:

    Camarada por incrível que pareça eu depois de ter estado em Gadamael
    naquele inferno, saí de lá em fins de Junho de 73 .
    Rumei a Tite estive no destacamento de Bissassema, e estivemos a reabrir a estrada Tite – Nova Sintra, que pertencia ao Distrito de Fulacunda.

    um Abraço

  8. Manuel Encarnacao Diz:

    Malta, da vez anterior não deixei o meu contacto, e aproveito para esclarecer que sou sim senhor, o enfermeiro (zuca), o gajo maluco, mas mas menos que o Martins, o outro enfermeiro.

    Mandem noticias, contactos, fotos, etc.

    Mais um grande abraço para a malta toda.

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