Bolama

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O cais de Bolama e a avenida principal.

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Residência do Governador, agora abandonado. (fotografado em 2006)
(foto cortesia de Seremot2, em Photobucket)

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Palácio do Governador, agora abandonado. (fotografado em 2006)
(foto cortesia de Seremot2, em Photobucket)

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A Igreja Matriz agora abandonada. (fotografado em 2006)
(foto cortesia de Seremot2, em Photobucket)

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Um dos vários edifícios abandonados da época em que Bolama era a capital da Guiné.
(adaptação de Postal Ilustrada não identificado)

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Vista aérea parcial da cidade de Bolama.
(adaptação de foto com origem em www.photobucket.com)

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O antigo Palácio do Governador, agora abandonado. (fotografado em 2002)
(cortesia Anos, original em www.panoramio.com)

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A azáfama no pontão do cais de Bolama aproveitando a maré cheia.
(foto gentilmente cedida por Carlos Fortunato, ex-Fur Mil – CCaç13, Leões Negros; original em http://leoesnegros.com.sapo.pt/)

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A frontaria da Câmara Municipal que denota os tempos em que esta cidade era a capital da Guiné.
(foto gentilmente cedida por Carlos Fortunato, ex-Fur Mil – CCaç13, Leões Negros; original em http://leoesnegros.com.sapo.pt/)

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Monumento aos aviadores italianos, no centro de Bolama.
(foto gentilmente cedida por Carlos Fortunato, ex-Fur Mil – CCaç13, Leões Negros; original em http://leoesnegros.com.sapo.pt/)

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Um aspecto do Mercado.
(foto gentilmente cedida por Carlos Fortunato, ex-Fur Mil – CCaç13, Leões Negros; original em http://leoesnegros.com.sapo.pt/)

O Hotel de Turismo (antiga sede do Banco Nacional Ultramarino) foi para muitos apenas local de passagem quer em viagem para destinos mais longe quer em operações.

Cais em maré baixa onde se pode ver a grande amplitude das marés.

Vista da cidade, já de longe.

“Ferry” de cabotagem passa ao largo.

2 Respostas para “Bolama”

  1. Luís Lucas DaSilva Diz:

    Prezado amigo Henrique!
    Não imagina como lhe estou grato pela feliz oportunidade de rever algumas excelentes imagens que nos fazem recuar no tempo.
    Realmente, as imagens que posso apreciar falam ao meu coração de uma maneira muito especial.
    O sentimento que está no meu coração é um misto de pena, tristeza, revolta e de alguma saudade. Sim, não posso esquecer que a nossa geração viveu um período extremamente violento tendo em conta a “estrada” larga… e difícil que estava perante nós muito antes do nosso recrutamento. Ainda não estavamos recrutados para o serviço militar e já sabíamos o caminho que nos estava proposto. Foi uma condenação antecipada no tempo…
    As fotos de Bolama fazem-me relembrar os “cruzeiros” que nós tripulantes de uma Lancha de Desembarque (LDM202) fazíamos e cujas paragens eram obrigatórias.
    Foi bom, muito bom ver essas fotos as quais tomei a liberdade de guardá-las no meu album de recordações, para mais tarde recordar.
    Com admiração,
    Luís Lucas DaSilva
    luislucasdasilvaatgmail.com

  2. Francisco Búzio Reis Diz:

    Obrigado pelas fotos que me fazem lembrar os tempos em que Bolama foi uma cidade africana e outras que me provam a triste realidade de uma decadência, não porque por falta de meios, mas por falta de vontade.
    Ainda dormi na década de 90 na Residência do Governador. Nessa altura o Governador era Manuel Nandigna e depois José Saraiva.
    A minha grande desilusão foi quando constatei que as toneladas de materiais oferecidos para a recuperação de Bolama foram depois vendidas em Bissau. Que o jeep UMM que oferecemos para evacuar doentes do interior da ilha até ao hospital ou ao Porto servia para fazer transportes de cabras porcos e até vacas na terra do Governador Saraiva e que o barco ambulância com um motor de 80 cavalos Mercury para evacuar pessoas para Bissau acabou ao serviço de um comissário politico qualquer, sofreu um rombo numa pedra e passado um mês já não havia barco.
    Estas são realidades que as fotos só confirmam.
    Deduções e juízos ao sabor de cada um.
    Uma pergunta:
    -Será que os Africanos foram mesmo abandonados? Por quem?
    Desejo a melhor sorte àquela população de Bolama onde deixei alguns amigos.
    Obrigado.

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