Bissorã

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A ponte sobre o rio Armada vista do lado de Bissorã, ao fundo a “tabanca” da Outra Banda.
(foto gentilmente cedida por Carlos Fortunato, ex-Fur Mil – CCaç13, Leões Negros; original em http://leoesnegros.com.sapo.pt/)

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A fachada da Escola Primária.
(foto gentilmente cedida por Carlos Fortunato, ex-Fur Mil – CCaç13, Leões Negros; original em http://leoesnegros.com.sapo.pt/)

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Vista exterior do Mercado Municipal do lado do talho, onde se lê: C. M.B. (Câmara Municipal de Bissorã) – Talho.
(foto gentilmente cedida por Carlos Fortunato, ex-Fur Mil – CCaç13, Leões Negros; original em http://leoesnegros.com.sapo.pt/)

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A igreja católica vista da parte da frente com a cruz ladeada dos dois campanários.
(foto gentilmente cedida por Carlos Fortunato, ex-Fur Mil – CCaç13, Leões Negros; original em http://leoesnegros.com.sapo.pt/)

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O largo principal com o monumento ao centro e à esquerda a Estação dos Correios.
(foto gentilmente cedida por Carlos Fortunato, ex-Fur Mil – CCaç13, Leões Negros; original em http://leoesnegros.com.sapo.pt/)

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A mesquita com os seus crescentes nos minaretes.
(foto gentilmente cedida por Carlos Fortunato, ex-Fur Mil – CCaç13, Leões Negros; original em http://leoesnegros.com.sapo.pt/)

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Aspecto da rua principal onde decorria um “ronco” de casamento vendo-se ao centro empoleirada a noiva.
(foto gentilmente cedida por Carlos Fortunato, ex-Fur Mil – CCaç13, Leões Negros; original em http://leoesnegros.com.sapo.pt/)

A casa do Administrador.
No telhado vê-se pintado “Bissora”.

A praça principal e a Estação dos Correios.

Pormenor do monumento na praça principal.

Placa indicativa da saída para Este.
Mansabá – 32Km
Bafatá – 98Km

A rua principal com a Igreja à direita, encoberta pelas árvores e ao fundo a casa do Administrador.

Rua com 2 bombas de gasolina à direita.

Largo principal.

Placa indicativa na saída para Sul.
Mansoa – 24Km
Bissau – 72Km

Placa indicativa na saída para Norte:
Olossato – 18 Km
Farim – 40 Km

A tasca.

Junto às oficinas uma “Mercedes” transformada em auto-metralhadora.

Outro aspecto da “cidade”.

2 Respostas para “Bissorã”

  1. Eduardo Domingues Diz:

    Falemos um pouco de Bissorã.
    A partir do dia 8 de Junho de 1965 a C.Caç. 816, da qual fazia parte como Furriel Milº e Comandante da 3ª Secção do 1º Grupo de Combate, deslocou-se para Bissorã onde ficou na situação de intervenção até 26 de Setembro de 1965.
    Em termos operacionais a localidade de Bissorã era aberta pelo que permitia a saída e entrada do pessoal do mato. Na zona havia 7 casas de mato: Iador, Bancolene, Biambe, Queré, Dando, Cambajo e Rua. Muito trabalho havia pela frente.
    No dia 9 de Junho tive o baptismo de fogo, na estrada Bissorã/Olossato, que juntamente com 2 secções da C.Art. 643 picamos a estrada até Maqué. A propósito, não posso deixar de enaltecer a grande capacidade operacional da C.Art. 643, nomeadamente dois operacionais que, apesar do tempo decorrido, não esqueço os respectivos nomes – Sargento Hipólito e Furriel Graça. Nunca mais os vi nem sei nada deles.
    Até agora falei um pouco de guerra, que involuntariamente vivemos.
    Entretanto devemos agradecer ao Cabral as belas fotografias aqui publicadas e que nos levam a memória até aquelas paragens de Bissorã que desejaria ver em franco progresso para bem das suas gentes que pouco ou nada contribuíram para a guerra.
    Obrigado Cabral e participantes.
    Um abraço colaborante.
    Eduardo Domingues

  2. Rogerio Cardoso Diz:

    Sou o ex-furriel da cart643, talvez te lembres do homem que foi ferido com
    uma “bazukada” que bateu em mim e não explodiu, talvez o único na história da guerra, depois conto em pormenor. O furriel Graça vive perto de Sesimbra, somos visitas. O Hipólito já faleceu talvez à 25 anos. De facto a força operacional da cart643 era fantástica. Um abraço

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